PAÍS |
Sérvia |
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SIGNIFICADO DO NOME |
Sérvia provavelmente deriva da palavra eslava ally; o nome dos sórbios da atual Alemanha tem a mesma origem. Os sérvios migraram para os Bálcãs da região da Alemanha conhecida como Lusácia, onde os sórbios atualmente vivem. Alguns estudiosos modernos colocam que Sérvia representa apenas a pronúncia da mesma raiz das línguas iranianas para Croácia. |
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CONTINENTE |
Europa |
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BANDEIRA |
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SINIFICADO DA BANDEIRA |
A bandeira da Sérvia é tricolor com as cores pan-eslavistas. Ela consiste de três faixas horizontais iguais, vermelho no topo, azul no meio e branco em baixo. A bandeira oficial tem o pequeno brasão de armas da Sérvia centralizado vertical e horizontalmente, mas foi movido horizontalmente em 1/7 do comprimento total em direção à haste. Para uso público, a variação sem o brasão é permitida. A forma atual da bandeira foi adotada oficialmente em 16 de agosto de 2004. Os fusis se parecem com a letra cirílica moderna C, que representa o som de /s/. Eles geralmente são vistos assim, especialmente quando o desenho é feito à mão. Normalmente, são associados com o lema Samo sloga Srbina spasava ou Само слога Србина спасава ("Apenas a unidade salva os sérvios"). A proporção da bandeira é de 2:3 (altura/largura), com as três cores ocupando um terço da altura cada. Versões oficiais anteriores da bandeira (A bandeira da República Socialista da Sérvia e as seguintes usadas de 1991 a 2004) tinham uma proporção de 1:2. As cores exatas, começando do topo, são: Azul, Pantone 293u, CMYK 100-57-0-2, RGB 63-89-168 Branco, CMYK 0-0-0-0, RGB 255-255-255 Vermelho, Pantone 193u, CMYK 0-100-66-13, RGB 191-74-88 História A bandeira é uma bandeira da Rússia invertida, o que não é coincidência. Antes da Primeira Insurreição Sérvia, uma delegação da Sérvia foi até a Rússia em busca de ajuda. A ajuda foi concedida e a delegação queria mostrar seu agradecimento pedindo para usar a bandeira russa como a bandeira militar da Sérvia nas batalhas. Existem dois relatos deste evento: um diz que houve consentimento, mas que a delegação não levou uma bandeira russa quando voltou pra casa e esqueceu como as cores estavam ordenadas. O segundo diz que não houve consentimento e os sérvios, então, usaram a bandeira russa invertida para irritar os russos.
Adaptações Uma versão inicial da bandeira de Montenegro adotava a bandeira sérvia, mas com um tom diferente de azul e dimensões internas diferentes. A República Sérvia (uma das entidades constituintes da Federação da Bósnia e Herzegovina) usa a mesma bandeira, sem o brasão. A Igreja Ortodoxa Sérvia usa a bandeira sérvia em uma proporção de 1:4 ou maior, ornada com a cruz sérvia. |
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MAPA |
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BRASÃO |
O Brasão da Sérvia, adotado em 17 de agosto de 2004, [e uma réplica do brasão da antiga dinastia Obrenović (adotado pela primeira vez em 1882) e apresenta a águia branca bicéfala da dinastia Nemânica (que, por sua vez, emprestou a águia da dinastia Paleólogo do Império Bizantino). Um manto de arminho do estilo uma vez utilizado por reis aparece ao fundo. Heráldica: O campo principal representa o Estado Sérvio (Gules, uma águia de duas cabeças com asas e invertido Argent, lingüeta, bico, pata e garras Or, entre duas flores-de-lis no terço da base), enquanto o brasão interno representa o Nação Sérvia (Gules, uma cruz Argent entre quatro fusis de mesma cor). O arranjo do brasão interno é usado por estados e pela igreja sérvia desde a Idade Média. Consiste de uma cruz e quatro fusis colocado nos quadrantes à volta dela, todos virados horizontalmente para fora. Os fusis originalmente eram usados no brasão do império Bizantino como letras β estilizadas e representava o lema impresial Basileus Basileon Basileuon Basileusin ("Rei dos reis, imperando sobre reis") em grego. Os fusis se parecem com a letra cirílica moderna C, que representa o som de /s/. Eles geralmente são vistos assim, especialmente quando o desenho é feito à mão. Normalmente, são associados com o lema Samo sloga Srbina spasava ou Само слога Србина спасава ("Apenas a unidade salva os sérvios"). Embora a Sérvia seja agora uma república, o novo brasão também apresenta a coroa da antiga monarquia sérvia. Uma coroa desta maneira geralmente significa uma forma monárquica de governo. Porém, em anos recentes, vários nações do Leste Europeu têm usado uma coroa para representar sua herança real. Rússia e Polónia, da mesma forma, têm brasões restaurados que mostram coroas, apesar de serem repúblicas.
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HINO |
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SIGNIFICADO DO HINO |
Боже правде (transl. Bože pravde, "Deus da justiça") é o hino da Sérvia. Ele foi escrito em 1872, com música de Davorin Jenko e letra de Jovan Đorđević. Sendo o hino do Reino da Sérvia, a letra original exaltava o rei sérvio. Hoje, a República Sérvia continua com a antiga letra, enquanto a Sérvia usa uma versão um pouco modificada, mostrando que já não é mais uma monarquia-quatro versos, marcados com ¹ e ², são diferentes. Em um, "rei sérvio" é substituído por "terras sérvias" e em dois, "Deus salve o rei sérvio" é substituído por "Deus salve, Deus defenda". O Tribunal Constitucional da Bósnia e Herzegovina decidiu em 31 de março de 2006 que este hino é discriminador contra os bosníacos e croatas da nação, pois é um hino sérvio. O hino deve ser trocado até seis meses depois da decisão. |
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CAPITAL |
Belgrado |
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MOEDA |
Dinar Sérvio |
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ARQUIPÉLAGOS |
O país não possui Arquipélagos. |
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CLIMA |
O clima sérvio varia entre um clima continental no norte, com invernos frios e verões quentes e úmidos, com chuvas bem distribuídas e um clima adriático no sul, com verões quentes e secos e outonos e invernos relativamente frios, com queda de neve pesada no interior. As diferenças de altitude, a proximidade com o mar Adriático e as grandes influências fluviais, assim como sua exposição aos ventos, marcam as diferenças climáticas. Voivodina possui um clima continental típico, com massas de are do norte e oeste de Europa que alteram seu perfil do clima. O sul e sudoeste da Sérvia estão sujeitos à influências mediterrânicas. No entanto, os Alpes Dináricos e outras cadeias de montanhas contribuem para o arrefecimento da maioria das massas de ar quentes. Os invernos são particularmente intensos na região de Sandžak por causa das montanhas que cercam o planalto. A temperatura média anual do ar no período de 1961-1990 na área com uma altitude de 300 metros foi de 10,9 C. As áreas com uma altitude entre 300 e 500 metros tiveram uma temperatura média anual de cerca de 10,0°C, e áreas com mais de 1000 metros de altitude, registraram média em torno de 6,0 C. A temperatura mais baixa registrada na Sérvia foi de -39,5°C, em 13 de janeiro de 1985, na região de Karajukića Bunari, em Pester, e a maior foi de 44,9°C, em 24 de julho de 2007, na região de Smederevska Palanka. |
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CONDADOS |
O país não possui Condados. |
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DUCADOS |
O país não possui Ducados. |
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ILHAS |
O país não possui Ilhas. |
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PRINCIPADOS |
O país não possui Principados. |
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FAUNA |
Rana graeca é uma espécie de anfíbio da família Ranidae. Pode ser encontrada nos seguintes países: Albânia, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Grécia, República da Macedónia, Montenegro, Sérvia e possivelmente na Turquia. Os seus habitats naturais são: florestas temperadas, campos de gramíneas de clima temperado, rios, rios intermitentes, nascentes de água doce e pastagens. Está ameaçada por perda de habitat. Rana shqiperica é uma espécie de anura da família Ranidae. Pode ser encontrada nos seguintes países: Albânia, Montenegro e Sérvia. Os seus habitats naturais são: rios, pântanos, lagos de água doce. Está ameaçada por perda de habitat. O pardal-francês (nome científico: Petronia petronia) é uma ave da família Passeridae de tamanho semelhante ao pardal-comum. Distribui-se pelo sul da Europa e por certas zonas da Ásia e do norte de África. É a única espécie do género Petronia, já que as outras espécies foram movidas para o gênero Gymnoris. Em Portugal, é residente e está presente durante todo o ano e, no inverno, pode formar bandos de dimensão considerável. Tem o hábito de construir seu ninho em cavidades de árvores, edifícios ou escarpas. Características É semelhante à fêmea do pardal-doméstico, mas com uma coroa mais evidente. O adulto é malhado de castanho na parte superior, com manchas bastante evidentes junto da cauda. A parte inferior é malhado de castanho-claro e branco com mancha pouco distinta na garganta. Acalyptris platani é uma espécie de nepticulídeo, da tribo Trifurculini (Nepticulinae), com distribuição na Europa Meridional ao Sudoeste Asiático. Descrição Com uma envergadura de 5,2-5,4mm nos machos e de 5,0-5,4mm nas fêmeas. Na parte frontal da cabeça possui um tufo amarelado. Antenas com cerca de 34 segmentos nos machos, enquanto que nas fêmeas varia de 27 à 29 segmentos. Biologia Platanus orientalis e P. hybrida são as plantas hospedeira da espécie. As larvas podem ser encontradas em junho e setembro a novembro. Os adultos emergem em dois períodos, o primeiro em maio-junho, o segundo em julho-agosto. Distribuição A espécie tem distribuição na França, Suíça, Portugal, Espanha, Itália, Eslovênia, Croácia, Bósnia e Herzegovina, Montenegro, Sérvia, Kosovo, Macedônia, Bulgária, Grécia, Crimeia, Turquia, Chipre, Geórgia, Armênia, Azerbaijão e Irã. A pastor jugoslavo ou iugoslavo (em sérvio: Шарпланинaц) (em macedônio: Шарпланинец) é uma raça originária da região dos Balcãs na antiga Jugoslávia, mais precisamente nas atuais Macedônia, Kosovo. A história deste cão é tão incerta e conflituosa quanto a história de seu local de origem: foi dizimado até quase a extinção e possui diversos nomes, como pastor iugoslavo da sarplarina. Apesar da certeza de sua região de origem, não se sabe com precisão o país do qual é oriundo. Inicialmente criada para guardar os rebanhos nas montanhas do sudoeste iugoslavo, é considerada por alguns a raça mais antiga de mossolóides. Sem futuro em sua terra natal, é criado nos Estados Unidos e no Canadá para embates com coiotes e lobos enquanto cão de guarda. De adestramento considerado bastante difícil, não é tido como um animal de estimação, mas sim de trabalho. Ainda assim, tem seu temperamento classificado como corajoso e leal ao dono, embora não seja visto como sociável. Fisicamente pode atingir os 60cm na cernelha e pesar 36kg. Sua pelagem, densa e de tamanho geral médio, é de difícil cuidado e possui quatro diferente colorações. Enquanto sua cabeça, orelhas e face anterior são cobertas por uma pelagem curta, seu pescoço, tronco, cauda e face posterios dos membros são recobertos por pelos mais longos e duros. No entanto, sua subpelagem é fina e densa. A sabujo sérvio (em sérvio: srpski gonic) é uma raça das mais antigas e comuns da Sérvia. Foi conhecido como sabujo dos Bálcãs até 1996. Mantido quase imutável por 250 anos, é um sabujo farejador que gosta de latir. Apesar do corpo robusto e musculoso, chegando a pesar 25kg, é um animal de temperamento calmo, cujo adestramento é considerado de dificuldade moderada para donos inexperientes. O sabujo tricolor sérvio (em sérvio: srpski trobojni gonic) é uma raça originalmente conhecida como sabujo iugoslavo tricolor. Ainda que considerado um clássico farejador na Sérvia, é pouco conhecido fora dela. É visto como um animal de pelagem limpa e impermeável, comportamento tranquilo e instintos de trabalhador. Apesar das qualidades e do adestramento ser de dificuldade moderada, seu futuro ainda não está assegurado, já que sua população é muito reduzida. Platyla maaseni é uma espécie de gastrópode da família Aciculidae. É endémica da Sérvia e do Montenegro. |
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FLORA |
A campânula-da-dalmácia (Campanula poscharskyana) é uma planta da família Campanula nativa dos Bálcãs, sobretudo das regiões próximas ao Adriático (sobretudo Bósnia-Herzegovina, Croácia e Montenegro). Tornou-se logo apreciada pela floricultura mundial após sua descoberta no começo do século 20, espalhando-se por todo o mundo em virtude de sua rusticidade e beleza.
Denominações Em razão de preferir lugares íngremes e de na primavera–verão florir em profusão flores em formato de estrela, isso lhe valeu a denominação popular de "campânula-cascata-azul" e "campânula-estrela-azul." Características A planta cresce bem em solo fresco, bem ensolarado ou mesmo na sombra parcial, e tolera as posições sombreadas, especialmente se associada com solo muito seco, mesmo se o crescimento e a floração fiquem prejudicados nesse caso. Adultas, podem suportar curtos períodos de seca se crescem no solo, enquanto que aquelas cultivadas em vasos devem ser aguadas generosa e regularmente para evitar que murchem e sequem. É uma das plantas mais rústicas utilizadas em jardins escarpados, já que é resistente e aguenta temperaturas de inverno abaixo de 0° Celsius, adaptando-se às condições climáticas de onde cresce. Vigorosa e prolífica, espalha-se rapidamente de forma espontânea, muitas vezes passando de um jardim ao muro ou pavimento. É uma das plantas herbáceas mais exuberantes, que tende a cobrir toda a terra em torno de si e, se deixada intacta, em condições ambientais adequadas, alastra-se por alguns metros por meio de estolões enr izados, assim como o faz a batata-doce. Usada como cobertura do solo sob arbustos floridos, impedirá o crescimento de ervas daninhas; em troca, no entanto, sua exuberância poderá sufocar outras plantas menos vigorosas, por isso é recomendável pô-la junto de espécimes que resistem ao seu vigor. A campânula comporta-se não só como cobertura do solo, mas também como uma planta trepadeira, pois pode subir até 40–50 centímetros. A propagação é por divisão de ramos e a planta pode ser atacada por caracóis e lesmas em determinadas épocas. Os caules ficam carregados de flores em forma de estrela, as quais vão do lilás e azul-claro ao rosa e branco, segundo a subespécie. Aparecem no final da primavera e continuam a florescer durante semanas, criando um belo tapete. No final da floração, os caules longos dão à planta um aspecto muito desordenado. Nesse caso, é recomendável intervir com uma poda para reordená-la ou simplesmente retirar os ramos secos. Assim, não só melhora a aparência da planta, mas também se induz uma segunda floração no outono. Lilium jankae é uma espécie de planta com flor, pertencente à família Liliaceae. A planta é nativa da Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Croácia e Sérvia. |
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RELEVO |
A Sérvia situa-se nos Bálcãs (uma região histórica e geograficamente distinta do sudeste da Europa) e na Panónia (uma região da Europa Central). Faz fronteira com a Albânia, o Montenegro, a Bósnia e Herzegovina, a Bulgária, a Croácia, a Hungria, a República da Macedónia, e a Roménia. A Sérvia não tem saída ao mar, se bem que o rio Danúbio proporcione o acesso de barco até à Europa central e ao mar Negro. O território da Sérvia abrange desde os planos, ricos, férteis da região nortenha de Vojvodina, montanhas de rocha de calcário e vales a leste, e, a sudeste, montanhas e colinas antigas. O norte é dominado pelo rio Danúbio. Um afluente, o rio Morava, atravessa as regiões mais montanhosas do sul. |
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HIDROGRAFIA |
O lago Perućac (em bósnio: Perućačko jezero; em sérvio: Перућачко језер) é um lago artificial no rio Drina, entre os municípios de Srebrenica e de Višegrad na Bósnia e Herzegovina e no município de Bajina Bašta, na Sérvia. Foi criado em 1966 para reter as águas do rio Drina e obter energia hidroelétrica. O lago ficou conhecido por ser um dos locais na Sérvia para onde foram transportados os restos mortais de Albaneses do Kosovo mortos no conflito de 1999. Em agosto de 2010 foi alvo de uma operação de investigação forense para recolha dos corpos de vítimas bosníacas dos massacres de Višegrad de 1992. O Danúbio (em grego antigo, Ister) é o segundo rio mais longo da Europa (depois do Volga), e tem entre 2.845 e 2.888km de extensão, atravessando o continente de oeste a leste, desde sua nascente na Floresta Negra (Alemanha) até desaguar no mar Negro, no delta do Danúbio (Romênia). O rio passa por diversas capitais da Europa e constitui a fronteira natural de dez nações. As mais importantes cidades nas suas margens são Belgrado, Brăila, Bratislava, Budapeste, Galați, Ingolstadt, Linz, Novi Sad, Ratisbona, Ruse, Ulm, Viena e Vukovar. O rio Drina (em servo-croata, Дрина) é um rio dos Bálcãs, na fronteira entre a Bósnia e Herzegovina e a Sérvia. A bacia do rio ocupa uma área de 19,570km², e ele despeja um volume de água entre 125m³/s na nascente e 370m³/s na foz. O Drina se forma nos Alpes Dináricos juntamente com o rio Tara e o rio Piva, ambos procedentes do Montenegro, em nascentes próximas à fronteira da Bósnia. Atravessa 346km na direção norte, a maioria deles seguindo a fronteira da Bósnia e Herzegovina com a Sérvia, até desaguar no rio Sava (entre Crna Bara e Bosanska Rača), perto de Sremska Rača, no noroeste da Sérvia. As cidades principais por onde passa o Drina são Foča, Goražde, Višegrad, Žepa e Zvornik na Bósnia e Herzegovina, além de Bajina Bašta, Mali Zvornik e Loznica na Sérvia. Está represado em vários locais, como na albufeira que forma o lago Perućac. O Nišava ou Nishava (búlgaro e sérvio, alfabeto cirílico: Нишава) é um rio com 218km da Bulgária e Sérvia, o mais longo afluente do Južna Morava. O rio Sava (em croata, Sava; em húngaro, Száva; em alemão, Save) é um rio que atravessa a Eslovénia, a Croácia, a Bósnia e Herzegovina e a Sérvia. É um tributário da margem direita do rio Danúbio, desaguando neste último na altura de Belgrado. Tem 940km de extensão (990km se se contar com o Sava Dolinka) e drena 95.719km² de área. Na época romana era chamado Savus. Costuma ser considerado o limite setentrional da Península Balcânica. O rio Timiş ou or Tamiš (em romeno: Timiş; em sérvio: Тамиш ou Tamiš; em alemão: Temesch; em húngaro: Temes) é um rio que nasce nos Montes Semenic, Romênia, e desagua no rio Danúbio, próximo de Pančevo, Sérvia. Possui 339,8km de extensão. O rio Timok, em sérvio cirílico e em búlgaro Тимок, em latim Timacus, é um rio da Sérvia oriental e da Bulgária ocidental e afluente do rio Danúbio pela margem direita. O Timok corre essencialmente na direção sul-norte. Banha a Bulgária quase no seu final, quando atinge o Danúbio e marca em cerca de 15km a fronteira Bulgária-Sérvia. A sua foz no Danúbio forma uma tríplice fronteira entre os três estados de Sérvia, Bulgária e Roménia e representa o ponto mais setentrional da Bulgária. O Timok é formado pela confluência de vários rios em que todos levam o nome Timok. Tal inicia-se com o afluente oriental Trgoviški Timok, que nasce nos contrafortes ocidentais dos Montes Balcânicos. A parte final da confluência é também chamada Veliki Timok (o grande Timok). Passando por Knjaževac, o Trgoviški Timok une-se ao afluente da margem esquerda Svrljiški Timok para formar o Beli Timok (Timok Branco) e corre novamente para norte. Em Zaječar recebe pela esquerda as águas do Crni Timok (Timok Negro) para formar quase o Timok verdadeiro e próprio, o Veliki Timok (Timok Grande). O seu curso é em grande parte navegável. O rio Tisza (lê-se tissa, dito Tisia na antiguidade, Tisa em romeno, Тиса (Tysa) em ucraniano, Tisa em eslovaco, Tisza em húngaro e Тиса (Tisa) em sérvio) é o segundo rio mais importante da Hungria. Nasce na Ucrânia, toca a fronteira com a Eslováquia, e desagua no rio Danúbio. O rio quando nasce na Romênia é chamado de Szamos e quando passa para o território da Hungria passa a se chamar Tisza. Tem 1.358km de comprimento e a sua bacia hidrográfica é de 157.183km². É navegável na maior parte do seu percurso. O Tisza sempre foi um rio sujeito a inundações, tendo sido alvo no século XIX de alterações do leito de modo a impedi-las, sob iniciativa de István Széchenyi. |
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SUBDIVISÕES |
Distritos na Sérvia Central
Distritos na Vojvodina
Distritos em Kosovo e Metohija Cinco dos distritos da Sérvia são os creditados como províncias de Kosovo e Metohija, com 28 municípios e 1 cidade. Em 1999, UNMIK criou 7 Distritos do Kosovo e 30 Municípios do Kosovo. Sérvia não exerce soberania sobre esta política. Para os distritos UNMIK e os distritos de Kosovo.
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VEGETAÇÃO |
Árvores pequenas e arbustos com espinhos. |
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IDIOMAS |
A língua sérvia (српски језик, no alfabeto cirílico ou srpski jezik, no alfabeto latino) é uma língua eslava meridional, falada por cerca de 10 milhões de pessoas. No passado, considerou-se que o sérvio formava, junto com o bósnio e o croata, uma das variedades do idioma servocroata. Contudo, após a desintegração da Iugoslávia e da suspensão da aplicação dos acordos linguísticos entre a Sérvia e a Croácia, tem-se insistido fortemente, sobretudo do lado croata, na separação entre os três idiomas. Apesar disso, do ponto de vista lingüístico, o sérvio e o croata podem ser consideradas duas variantes estandardizadas de um mesmo idioma. |
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CULINÁRIA |
A Culinária da Sérvia tem a influência direta do Mediterrâneo, em particular. A cozinha da Sérvia é uma mistura de diferentes tradições e pode ser visto nas várias guloseimas, como koljivo, baklava, o štrudla e sachertorte. Em tempos recentes a culinária sérvia começou a se tornar mais popular. Alfândega A maioria das pessoas na Sérvia têm o hábito de comer três vezes ao dia: café da manhã, almoço e jantar, a influência mediterrânica introduzida dilatação hora do almoço na culinária sérvio costumes tradicionalmente servido como almoço e jantar, com a um lanche simples almoço. Estes costumes começaram a mover-se do início do século XIX. 1 é apreciado na Sérvia como na outras cozinhas do Mediterrâneo este popular mezze. Ingredientes Vegetais As saladas de vegetais são mantidas entre a cozinha sérvia, então você tem a salata Srpska que transportam tomates e pimentos, cebolas, salata šopska como o salata Srpska (também chamado de "salada Sérvia–српска салата ou Srpska salata) incluindo queijo. O salata urnebes. O salata krompir (salada de batatas, o salata Ruska é uma espécie de salada de batata com frango picado e vários vegetais na maionese. Por vezes, fazer molhos especiais, como ajvar envolvidos em diferentes pratos. Alguns vegetais são parte das placas de acompanhamento, tais como repolho, que às vezes é fermentado em chucrute e faz parte de guisados como podvarak. Com os famosos repolho rienen Sarmas (às vezes folhas de videira também rolaram). A abobrinha recheada (punjene tikvice) e os mesmos berinjela pratos tradicionais ingredientes são sérvios. Na área de cereais há algumas preparações de pão interessantes, tais česnica é um pão feito para a celebração do Natal. O pão é parte da Sérvia e da cozinha eslava sendo às vezes um alimento simbólico , como pão e sal é saudação de boas-vindas parte eslava e também faz parte dos ritos religiosos ortodoxos (Dentro dos ritos religiosos é também o Koliva) Alguns dos preparações de correntes de pão são o somun (também conhecido como lepinja), o pão de soda (pogača), o kačamak, um tipo de polenta, cicvara (feita a partir de farinha de milho branco), o Popara, o Langus ou burek feito de um pão especial (massa folhada), que são geralmente recheado com queijo (o mais comum é feta), carne picada e legumes, etc. Carne As carnes são muito abundantes na cozinha sérvia, e há maneiras diferentes de mostrar nos pratos. É muito popular torrado em churrasco, geralmente cortadas por vezes na forma dehambúrguer (pljeskavica) ou o popular cevapcici (uma espécie de almôndega), ou kebabs (ražnjići), o vešalica, que são tiras de carne grelhada, mućkalica (tripas grelhadas na churrasqueira). Algumas preparações complicadas como Karadjordjeva šnicla (costeleta de vitela recheado com kajmak, uma espécie de produto lácteo), ou o famoso sarma (carne picada envolta em folhas de couve, mas também a videira, ou espinafre e comido com iogurte natural) a influência do Império Otomano, ou como o Wiener Schnitzel eo goulash (serb.: enguias bebés) pode ser o mesmo que o Império Austro-Húngaro , misturada com pasta como o sino. Você vai ver muitas vezes carnes curadas ou defumadas ou como salsichas como o chorizo (kobasica). Peixe O famoso Riblja Corba, que é uma sopa de peixe diferente (muito semelhante a bouillabaisse francês), um outro muito popular é cozido riblji pimentões.No Mediterrâneo há preparações de lula em um prato chamado lignje nd Zaru (muito semelhante à lula Roman). Bebidas A Sérvia é uma região rica em água mineral e esta característica é vista em grande parte da produção na Europa Oriental vem dessa área, e existem várias marcas e variedades destas águas. No campo das bebidas alcoólicas slivovitz é uma bebida alcoólica com base em ameixas que é considerado o bebida nacional da Sérvia. Existem inúmeros tipos de aguardentes, sob o nome genérico de rakia (espíritos de origem eslava–espíritos). É também popular pelinkovac, uma bebida feita de Artemisia absinthium (é mais suave do que o absinto). |
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RELIGIÕES |
Segundo a constituição sérvia, o estado é secular, e garante a liberdade religiosa. Cerca de 6 milhões de sérvios se declaram cristãos ortodoxos (84,5% da população). A Igreja Ortodoxa Sérvia é a mais tradicional instituição religiosa do país. O resto da população se divide entre católicos romanos (6%), muçulmanos (3%), protestantes (1%), dentre outras denominações religiosas. Cerca de 110 mil sérvios se declaram ateus, ou agnósticos (1,2% da população). |
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POLÍTICA |
Em 4 de fevereiro de 2003, o parlamento da República Federal da Jugoslávia acordou uma forma mais ténue de cooperação entre a Sérvia e Montenegro dentro da união de estados chamada Sérvia e Montenegro. A união terminou a seguir às declarações de independência montenegrina e sérvia em junho de 2006. Após a destituição de Slobodan Milošević em 5 de outubro de 2000, o país foi governado pela Oposição Democrática da Sérvia. As tensões aumentaram gradualmente dentro da coligação até que o Partido Democrático da Sérvia (DSS) deixou o governo, abandonando o Partido Democrático (DS) em pleno exercício. Mesmo assim, em março de 2004, o DSS reuniu suporte suficiente para formar o novo Governo da Sérvia, juntamente com o G17 Plus e a coligação SPO-NS, e o pacto do Partido Socialista da Sérvia, que não faz parte do governo. O Primeiro ministro da Sérvia é Vojislav Koštunica, líder do Partido Democrático da Sérvia. O atual Presidente da Sérvia é Boris Tadić, líder do Partido Democrático (DS). Foi eleito com 53% dos votos na segunda volta da eleições presidenciais Sérvias realizadas em 27 de junho de 2004, depois de várias eleições mal sucedidas desde 2002, sendo, por fim, reeleito presidente em 3 de fevereiro de 2008. Recentemente foi feito uma pesquisa em que se diz que 64% da população servia é a favor da restauração de uma monarquia parlamentar constitucional. |
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TURISMO |
O turismo na Sérvia baseia-se maioritariamente nas montanhas e nas aldeias. Os resorts mais conhecidos nas montanhas são os de Zlatibor, Kopaonik, e o de Tara. Também existem inúmeros spas na Sérvia, dos quais um dos maiores é o Vrnjačka Banja. Também existe um turismo expressivo em Belgrado e Novi Sad (a capital da província) Vojvodina, bem como no Festival Exit e o festival de trompetes de Guča. |
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ECONOMIA |
A economia da Sérvia é a 87ª maior do mundo, com um total de $90,746 bilhões, e um PIB per capita de 12.605. Sua economia é baseada principalmente no setor de serviços (60,3% do PIB), indústria (31,8% do PIB) e agricultura (7,9% do PIB). No final de 1980, no início do processo de transição económica a partir de um economia planificada para uma economia de mercado, a economia da Sérvia teve uma posição favorável, mas foi gravemente afetada por sanções econômicas entre 1992 e 1995. Após a destituição do ex-presidente iugoslavo Slobodan Milošević, em outubro de 2000, o país passou por um processo de liberalização econômica, e experimentou um crescimento econômico acelerado. O PIB per capita (nominal) passou de 1.152 dólares americanos em 2000 para 5.902 dólares americanos em 2013. Além disso, tornou-se um candidato forte de adesão à União Europeia, em março de 2012. A União Europeia é o parceiro comercial mais importante da Sérvia. Em 2011, o crescimento da economia e do PIB foi de 2%. A Sérvia entrou em uma segunda recessão em 2012, fazendo com que o crescimento do PIB caísse 1,5% neste ano. Em 2013, a Sérvia estava entre os 10 maiores dos países europeus no que diz respeito ao crescimento do PIB, que se elevou a 2,6% no referido ano. Durante o ano de 2013, a taxa de desemprego caiu de 22,4% para 20,1% e os rendimentos aumentaram. Nos últimos anos, a Sérvia tem visto uma tendência de investimento estrangeiro direto cada vez mais rápido, incluindo no setor de indústria automobilística, processamento de metal, materiais de construção, alimentos e bebidas, têxtil, couro e tecnologia de informação. Por países, a maioria das aplicações financeiras no período 2000-2012 vieram da Itália (2,69 bilhões de dólares), Áustria (2.650 milhões de dólares), Noruega (2.160 milhões de dólares americanos), Bélgica (US $ 2,00 bilhões) e Grécia (1660 milhões de dólares), enquanto que outros grandes países investidores também incluem Alemanha, Estados Unidos e Rússia. A quantidade real de investimentos de países como os Estados Unidos e Israel é significativamente maior do que o número oficial, devido às suas empresas que investem principalmente através de filiais europeias. Visão geral Tendências macroeconômicas O crescimento médio do PIB da Sérvia nos últimos dez anos foi de 2,45% ao ano. A estrutura do PIB por setor em 2013 foi: Serviços (60,3%), indústria (31,8%) e agricultura (7,9%). A estrutura do PIB por componentes em 2013 foi: consumo privado de 75,8%, o consumo público de 19,2%, os investimentos de 16,3%, as exportações de 42,7%, as importações–59,4%. Indústrias primárias da Sérvia incluem processamento de veículos automóveis, metais básicos, móveis, processamento de alimentos, máquinas, produtos químicos, açúcar, pneus, roupas e produtos farmacêuticos. Os principais produtos de exportação da Sérvia, em 2013 foram: veículos automotores ($ 2.18bn), elétricos máquinas ($ 1.12bn), frutas e produtos hortícolas ($ 0.67bn), cereais ($ 0.66bn) e metais não-ferrosos ($ 0.65bn). Os principais produtos da agricultura sérvios são o beterraba, carne bovina, carne de porco, frutas (cerejas, framboesas e maçãs), girassol, legumes (batatas, pimentas e tomates), milho, produtos de carne, leite, produtos lácteos, uvas/vinho e trigo. A agricultura responde por 7,9% do PIB da Sérvia e quase um quarto das exportações totais do país, com cerca de 23,9% da população ativa na indústria. O crescimento médio da indústria sérvia entre 2000-2013 foi de 1,51% ao ano. Finanças públicas O Ministério das Finanças sérvio realiza tarefas relacionadas com o orçamento do Estado, receita pública, despesa pública e da dívida pública no país. A dívida pública em relação ao PIB da Sérvia entre 2000-2008 diminuiu 140,1 pontos percentuais, e, em seguida, começou a aumentar novamente com o governo lutando contra os efeitos da crise financeira de 2008 em todo o mundo. O Banco Nacional da Sérvia é o banco central do país e, como tal, suas principais atribuições são a proteção da estabilidade de preços, a taca e o câmbio do dinar, a gestão das reservas em moeda estrangeira e manutenção de pagamentos eficiente e sistemas financeiros. As reservas cambiais sérvias foram altamente aumentadas entre 2000-2007, quando somaram 10,86 bilhões de euros. A partir de 2013, o déficit orçamentário da Sérvia é de 4,88% e a dívida pública é de 63,8% do PIB. Comércio exterior A Sérvia assinou Acordo de Livre Comércio (TLC) com a União Europeia, que permite a exportação de todos os produtos originários da Sérvia sem taxa de alfândega e outras taxas. Para um número limitado de produtos (açúcar e vinho), quotas anuais de importação permanecem em vigor. A partir de 2013, os países da União Europeia foram os maiores parceiros da Sérvia em termos de exportação, com o valor de $ 8,810 bilhões (60,30%). Em termos de importação, o valor foi de 13.348 milhões dólares (64,99%) da Sérvia. O valor do comércio bilateral entre a Sérvia e a maior economia da União Europeia, a Alemanha, atingiu um total de 3.730 milhões dólares americanos em 2013, um recorde histórico para as duas nações. O país também assinou o CEFTA permitindo as exportações de todos os produtos originários da Sérvia sem taxas em países da região: Albânia, Bósnia e Herzegovina, Kosovo, Macedônia, Moldávia e Montenegro. Em 2013, os países CEFTA foram o segundo maior parceiros comerciais da Sérvia com suficiência de $ 1730000000 em 2013. O acordo da Sérvia com a Rússia foi implementado em 2000, com mais liberalizações em 2009 e 2011. Para um número limitado de produtos, quotas anuais de importação permanecem em vigor. A lista de produtos é revisada anualmente. Os países da Comunidade dos Estados Independentes (CEI), como a Arménia e a Bielorrússia, também são grandes parceiros comerciais da Sérvia. A Sérvia assinou um TLC com membros da Associação Europeia de Livre Comércio em dezembro de 2009. Com a Suíça e Liechtenstein, ele está ativo desde 2010, e com a Noruega e a Islândia, desde 2011. Outro acordo de livre comércio foi assinado com a Turquia, em 2009, mas entrou em vigor apenas em maio de 2010. O comércio com os Estados Unidos é definido no âmbito do Sistema Generalizado de Preferências (SGP). Benefícios comerciais dos Estados Unidos prevê uma entrada sem direito preferencial para 4650 produtos sérvios. |
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ETINIAS |
Sérvia está povoada maioritariamente por Sérvios. As minorias significativas incluem os Albaneses (maioria na província de Kosovo-Metohija), Bósnios, Búlgaros, Ciganos, Croatas, Eslovacos, Húngaros e Romenos. A Sérvia está formada por três territórios: a província de Kosovo e Metohija, a província de Vojvodina e Sérvia Central (em sérvio, Централна Србија o Centralna Srbija). As províncias são etnicamente muito heterogêneas, resultado da divisão histórica do país entre o Império Otomano, muçulmano, no sul, e a Áustria-Hungria, cristãos católicos, no norte do país. A Sérvia está povoada majoritariamente por sérvios. As minorias significativas incluem os albaneses (maioria na província de Kosovo-Metohija), bósnios, búlgaros, ciganos, croatas, eslovacos, húngaros e romenos. A Sérvia está formada por três territórios: a província de Kosovo e Metohija, a província de Vojvodina e Sérvia Central (em servo croata, Централна Србија o Centralna Srbija). As províncias são etnicamente muito heterogêneas, resultado da divisão histórica do país entre o Império Otomano, muçulmano, no sul, e a Áustria-Hungria, cristãos católicos, no norte do país. A província setentrional de Vojvodina é a parte mais desenvolvida do país em termos económicos. Junto com as antigas repúblicas iugoslavas de Bósnia e Herzegovina, Croácia e Eslovénia, Vojvodina estava sob administração da Áustria-Hungria até a Primeira Guerra Mundial. Vojvodina é um dos territórios mais heterogêneos etnicamente da Europa, com mais de 25 comunidades nacionais diferentes. Segundo o último censo (2002), a província tem una população de dois milhões de habitantes, dos quais são 65% se declaram Sérvios, 14,3% húngaros, são 2,79% eslovacos, são 2,78% croatas, são 2,45% iugoslavos, são 1,75% montenegrinos, são 1,50% romenos, são 1,43% ciganos, são 0,97% bunjevci, são 0,77% russos, são 0,58% macedónios, são 0,50% se declaram a afiliações regionais e 0,23% são ucranianos. O resto se reparte entre albaneses, alemães, chineses, eslovenos, polacos, entre outras minorias. |
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INDÚSTRIA |
As indústrias baseiam-se no processamento do cobre e na manufatura de tecidos, produtos químicos e maquinaria. |
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PECUÁRIA |
Búfalos e Vacas. |
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COLONIZAÇÃO |
O atual território da Sérvia fez parte das província romana de Ilírico e da Mésia Superior a partir do ano 29 a.C. No século VII, a região foi invadida pelos sérvios, povo eslavo vindo da Galícia (Europa Central). Vassalos do Império Romano do Oriente, os sérvios se diferenciaram dos croatas por sua conversão ao cristianismo bizantino por volta de 875 e pela adopção do alfabeto cirílico. A Igreja Ortodoxa Sérvia ganhou autonomia no século XIII, quando teve São Sava como seu arcebispo. Durante a Idade Média, o país gozou de um curto apogeu durante o reinado de Estevão Duchan (1331-1355), seguido de um rápido declínio. Após a derrota frente aos turcos na batalha de Kossovo Poliê (1389), a Sérvia não demorou a ser incorporada ao Império Otomano. Entre 1459 e 1804, a Sérvia esteve formalmente sob o controle dos otomanos, apesar de três invasões austríacas e numerosas rebeliões. O Islão teve um período de expansão durante esta fase, levando à conversão de muitos sérvios. Estes convertidos recusavam-se a serem chamados de sérvios, adoptando a denominação de muslimani e, posteriormente, de bosníacos, uma vez que viviam majoritariamente na região conhecida como Bósnia–razão pela qual são também chamados de bósnios muçulmanos. A Sérvia foi ainda um principado autónomo (face ao Império Austríaco) entre 1817 e 1878, um principado independente entre 1878 e 1882 e um reino independente entre 1882 e 1918. No início do século XX, lutava para formar a "Grande Sérvia", um Estado envolvendo toda a região balcânica. Como resultado das Guerras balcânicas (1912-1913), incorporou a Macedónia e o Kosovo, berço original da nacionalidade sérvia. Durante a Primeira Guerra Mundial, teve uma atuação destacada, e a partir de 1918 passou a ser um dos estados integrantes do Reino da Jugoslávia (que se converteu em República Socialista após 1945), tomando o nome de República Socialista Federal da Iugoslávia em 1963. Em 2003, passou-se a denominar Sérvia e Montenegro. E em 2006, após uma votação para a independência do Montenegro, consumou-se enfim a dissolução formal da federação. A 17 de fevereiro de 2008, o "parlamento" do Kosovo aprovou, unilateralmente, a declaração da "independência" da província feita pelo "primeiro-ministro" kosovar Hashim Thaçi durante uma sessão especial na capital, Pristina. A sessão contou com a presença de 104 parlamentares. |
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DATA DE INDEPENDÊNCIA |
15 de fevereiro de 1835. |
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EDUCAÇÃO |
A Educação na Sérvia é regulada pelo Ministério Sérvio da Educação e do Desporto. A Educação começa ou em pré-escolas ou em escolas primárias. As crianças são matriculadas na escola primária (Sérvias: Osnovna škola) aos 7 anos de idade e permanecem durante oito anos. Segundo o censo de 2011, 98% da população sérvia é alfabetizada, um índice relativamente alto em comparação aos países do leste europeu. 16,2% da população possui ensino superior. A educação na Sérvia é regulada pelo Ministério Sérvio da Educação e do Desporto. A Educação começa ou em pré-escolas ou em escolas primárias. As crianças são matriculadas na escola primária (sérvio: Osnovna škola) aos 7 anos de idade e permanecem durante oito anos. |
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FRONTEIRAS |
A fronteira entre a Albânia e a Sérvia é uma linha na direção norte sul que fica a leste da Albânia e a separa do território do Kosovo, que declarou independência da Sérvia em Fevereiro de 2008. A sua extensão é de 112km, seu extremo sul é a tríplice fronteira Albânia-Sérvia (Kosovo)-Macedônia. O extremo norte é mais uma tríplice fronteira, essa dos dois países com Montenegro, nas proximidades do monte Maja Jezercë. Essa fronteira era mais extensa quando apresentava um trecho ao norte da Albânia e atingia o Mar Adriático. Era assim até 2006, antes de Montenegro se separar da Sérvia, enquanto Sérvia e Montenegro formavam um único país. A fronteira entre a Bósnia e Herzegovina e a Sérvia é a linha bastante sinuosa de 302km de comprimento que separa o leste da Bósnia e Herzegovina do território da Sérvia. Estende-se entre a tríplice fronteira Sérvia-Bósnia e Herzegovina-Montenegro ao sul e a tríplice dos dois países com a Croácia ao norte. É marcada pelo Rio Drina e fica entre a Sérvia Central (Sérvia sem Voivodina, sem Kosovo) e a parte sudeste da República Sérvia da Bósnia e Herzegovina. Junto com a Fronteira Bósnia e Herzegovina-Montenegro já formou, até 2006 (independência de Montenegro), a fronteira 2,5 vezes mais longa entre a Sérvia e Montenegro e a Bósnia e Herzegovina. Antes da dissolução da Iugoslávia na década de 1990 era uma fronteira entre repúblicas que formavam esse país. A fronteira entre Bulgária e Sérvia é a linha que limita os territórios da Bulgária e da Sérvia. De sul para norte, esta linha limítrofe começa na tríplice fronteira de ambos os países com a República da Macedónia, a oeste da cidade búlgara de Kjustendil, e termina na margem direita do rio Danúbio, onde existe um ponto similar com a Roménia. A fronteira entre a Croácia e a Sérvia é uma linha sinuosa de 217km, na direção norte-sul, que separa o extremo leste da Croácia do território da Sérvia (na Voivodina). Na Croácia passa por Sírmia e Osijek. Ao norte, a linha divisória inicia na fronteira tríplice Sérvia-Croácia-Hungria, e vai, ao longo do rio Danúbio, até outro ponto triplo dos dois países, agora com a Bósnia e Herzegovina (na República Sérvia), junto da cidade sérvia de Bačka Palanka. Foi oficializada como fronteira entre dois países independentes em 1991, com a dissolução da Iugoslávia. Os dois países mantêm um diferindo relativo à definição da fronteira no Danúbio: para a Sérvia, é o talvegue que serve de delimitação, enquanto a Croácia defende que os limites cadastrais, que remontam à época em que o curso do rio era diferente (por causa de meandros e construção de obras hidráulicas no século XIX), devem ser a base do traçado fronteiriço. Esta querela faz com que a Croácia reclame vários terrenos do lado oriental do Danúbio, enquanto do lado ocidental há uma zona que não é reivindicada por nenhum país (terra nullius). Este terreno, sem habitantes e com 7km2 de área, foi em abril de 2015 proposto como território da micronação Liberland. O mais importante território em disputa fica na vizinhança de Apatin, enquanto a ilha de Šarengrad e a ilha de Vukovar são referidas como particularmente delicadas partes da disputa. Outras partes em discórdia ficam perto de Bačka Palanka e no município de Sombor, na tríplice fronteira Sérvia–Croácia–Hungria. A fronteira entre a Hungria e a Sérvia é a linha que se estende por 151km ao sul da Hungria, separando o país do território da Voivodina, na Sérvia. Se estende entre duas fronteiras tríplices, a oeste com a Croácia e a leste com a Romênia. Nas proximidades dessa fronteira ficam as cidades de Subotica na Sérvia, mais Baja e Szeged na Hungria. Antes da dissolução da Iugoslávia em 1991, essa fronteira era apenas o terço leste da linha fronteiriça entre a Iugoslávia e Hungria. Essa fronteira data do fim do Império Austro-Húngaro em 1918 e da criação do Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos. A fronteira entre Kosovo e a Sérvia é um linha de 252km de extensão, que separa o nordeste de Kosovo do sul da Sérvia A partir da tríplice fronteira Kosovo-Sérvia-Montenegro (próximo a Mokra Gora), em cerca de 25% da sua extensão, vai em linha sinuosa em direção nordeste até o extremo norte de Kosovo (em Kopaonik). Nesse ponto se inicia o trecho de metade da extensão total da fronteira, que vai no rumo sudeste até o extremo leste kosovar. A quarta parte final da linha divisória segue daí para o sudeste até a fronteira tripla Kosovo-Sérvia-Macedônia, próxima a Presevo (Sérvia) Essa fronteira passou a ser considerada como existente com o reconhecimento pelo Tribunal Internacional de Justiça (ONU) de Haia da independência do Kosovo do domínio da Sérvia em julho de 2010. A fronteira entre a Montenegro e Sérvia é uma linha sinuosa de 203km no sentido norte-sul, a leste de Montenegro, que separa o país do território da Sérvia. No norte faz tríplice fronteira com a Bósnia e Herzegovina e no sul, já em Kosovo (ainda hoje Sérvia), fronteira tríplice com a Albânia. Foi oficializada em 2006 com a independência de Montenegro, que se separou da Sérvia. Separa as províncias montenegrinas de Berano, Bijelo-Polje, Pljvelja, Rosaje da região Kosovo e Metohia da Sérvia. Há rodovias ligando os países em: Bijelo-Polje (Montenegro)–Prijapolje (Sérvia). Nesse trajeto há também ferrovia. Ivangrad (Montenegro)–Kosovo, no sul da Sérvia Pljvelja (Montenegro)–Priboj (Sérvia) A fronteira entre a Romênia e a Sérvia é um linha sinuosa de 494km de extensão, sentido norte–sul, que separa a metade norte do leste da Sérvia do território da Romênia, sendo marcada em pouco mais de seu terço sul pelo rio Danúbio. Traçado No norte se inicia na fronteira tríplice Romênia-Sérvia-Hungria entre as cidades de Beba Veche na Romênia e Rabe na Sérvia, cidades não ligadas por rodovia. Vai para o sul separando o banato sérvio do Banato Romeno, depois segue o Danúbio até o outro ponto triplo de fronteira, dos dois países com a Bulgária. Separa a Voivodina e a parte setentrional da Sérvia Central dos distritos ("judet") romenos de Caraş-Severin, Mehedinţi e Timiş. Passagens no Banato Na região do Banato, que é dividida entre Hungria (parte mínima), Romênia (cerca de 2/3 do total) e Sérvia, há passagens rodoviárias na fronteira. Do norte para o sul temos: Antes do Rio Danúbio fica o posto de fronteira entre Kaluderovo (Sérvia) e Monts Locva (Romênia). Entre Comloşu Mare (Romênia) e Kikinda (Sérvia)–mais exatamente entre Lunga (Romênia) e Nakovo (Sérvia)–sem posto fronteiriço, mas com trânsito livre, conforma acordo bilateral de 1970 entre Romênia e Iugoslávia. O primeiro posto fronteiriço está no nível de Jimbolia (Romênia) por onde passam a rodovia entre Timişoara e Zrenjanin (Alfândega de Srpska Crnja na Sérvia) e a ferrovia entre Timişoara e Kikinda. Outra alfândega ferroviária e rodoviária fica em Moraviţa. Do outro lado da fronteira fica Vršac. Essa passagem é importante por ser o eixo Belgrado–Timişoara. A rodovia é a Rodovia Europeia E70, que atravessa a Europa meridional de oeste para leste. Trinta quilômetros mais ao sul, próximo a Jaša Tomič na Sérvia há outra passagem de rodovia e ferrovia. Liga Jaša Tomič a Meda, também na Sérvia, cruzando 6km de trecho de território sérvio. Permite a passagem pelas localidades romenas de Foeni, Cruceni e Granicerii por rodovia. Também há passagem ferroviária entre Zrenjanin e Timişoara. A fronteira natural do Danúbio O Danúbio somente pode ser atravessado no Portão de Ferro e liga Drobeta-Turnu Severin (Romênia) a Kladovo (Sérvia), nas proximidades duma barragem com Usina Hidroelétrica que serve aos dois países. História A parte definida pelo rio Danúbio data de 1739, quando os Habsburgos (Áustria) precisaram devolver a Sérvia ao Império Otomano e o Danúbio passou a ser a fronteira militarizada leste dos austríacos. Em 1817, o Principado da Sérvia ocupou o leste do Danúbio. Durante a Primeira Grande Guerra, a Sérvia e a Romênia (criada em 1859 pela fusão dos principados da Valáquia e Moldávia) chegaram a um acordo sobre os princípios da divisão da banato histórico, com a Alemanha e Império Austro-Húngaro. Dois terços ficariam com a Romênia, um terço com a Sérvia (depois Iugoslávia) e as minorias nos territórios seriam transferidas de acordo. Em 1918, uma comissão comandada pelo geógrafo francês Emmanuel de Martonne definiu exatamente a linha divisória, confirmado pelo Tratado de Trianon em 1920. Uma pequena parte ficou com a Hungria, nas proximidades de Szeged. |
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TRAJES TÍPICOS |
Conhecimento das propriedades tradicionais da roupa baseia-se em estudos materiais do século 19 e na primeira metade do século 20. Períodos anteriores, em relação à roupa da população rural na Sérvia, o que é o caso da maioria dos países do Sudeste da Europa, isto é, nos Balcãs, são menos conhecidos devido a testes de materiais armazenados insuficientes e outros tipos de dados. No entanto, o material fragmentado de alguns séculos anteriores (achados arqueológicos, fontes escritas e pictóricas) e fluxos conhecidos de eventos históricos, sociais e culturais, de alguma forma permitem a iluminação da origem de alguns elementos de vestuário, atuais no século XIX e 20, e raramente a reconstrução de unidades individuais de épocas passadas. Na percepção do desenvolvimento da roupa étnica e na interpretação e aquisição de conhecimento abrangente das características das roupas do século 19 e da primeira metade do século XX, são inevitáveis–om a antiga tradição eslava fundamental, a saber, a antiga tradição sérvia–Apreciação da camada de Paleo-Bálcamos, mais tarde, súbito bizantino e medieval, aluvão turco-oriental e fluxos de países europeus, que pertencem a tempos relativamente recentes. Com uma participação menor ou maior, todas as influências culturais, cuja base e extensão estavam relacionadas a eventos históricos–que em alguns períodos causaram migrações maiores ou menores–também foram integradas nas roupas. Portanto, nela também há vestígios de tempos passados, além das características do tempo em que foi criado e usado. Na formação das características da roupa, além dos fatores culturais e históricos através do tempo e do espaço, a natureza do solo e as condições climáticas que ofereciam certos favores para o desenvolvimento de uma ou mais formas de economia, cujos produtos influenciaram significativamente. Eles fizeram a base da vida e de todos os elementos de apoio. A cultura dos alpinistas e principalmente dos agricultores, depois a cultura dos agricultores e das pessoas que vivem nas planícies, e nas áreas das colinas e planícies, a introdução do gado e a cultura agrícola, provocou a criação de formas específicas de vestuário. Tudo isso transpôs autônomas gerações de autores anônimos, expressando criatividade, conhecimento e experiência na formação de padrões de vestuário adequados às condições de vida e ao meio ambiente. Com a divisão estável do trabalho nas comunidades familiares, com exceção de algumas formas de vestuário e joias que eram produto dos artesãos, as roupas eram completamente fabricadas pelas mulheres para os membros da família. Seu trabalho incluiu o trabalho de envelhecimento e tratamento de têxteis, coloração, tecelagem de tecidos de lã e lã, tricô, corte, costura, decoração com bordados, rendas e outras decorações aplicadas. A experiência, a tradição e a habilidade foram transmitidas de maior para menor, de uma geração para outra. A análise de várias roupas mostra certas especificidades na união de características funcionais, pictóricas e estéticas em grandes regiões. A mesma produção ou similar, condicionada por um ambiente geográfico, o mesmo ou similar desenvolvimento histórico, social e cultural, influenciou a criação de vestuário relacionado em áreas culturais e geográficas maiores, tais como: zona central dos Balcãs, zona de Alpes Dinaric e área de Panonia. Em cada área, no que diz respeito ao material para fabricação e decoração das roupas que um ambiente oferece, então formas de corte, formas de decoração e tradição de roupas e camadas culturais, muitas variantes aparecem que, por um lado, eles contêm características básicas da roupa do tipo a que pertencem e, por outro lado, apresentam maiores ou menores diferenças regionais e locais, tanto na maioria da população sérvia como nas comunidades de minorias étnicas. É importante enfatizar que a difusão dos tipos básicos de roupa não é estritamente limitada, mas que existem zonas de transição nas quais as características das áreas contíguas se entrelaçam. Do mesmo modo, as áreas culturais e geográficas se espalham, exceto na Sérvia, também em outros países vizinhos das áreas dos Balcãs, da Pannoniana, do Dinar e do Mediterrâneo, nos quais os sérvios, que vivem na comunidade com outras nações, também são caracterizados pelas roupas acima mencionadas. Grupos tipológicos. Zona central dos Balcãs As roupas étnicas dos Balcãs Centrais na Sérvia se espalham nas regiões leste e sul e nas áreas do Kosovo, Metohija e Raška. Neste vasto território, as paisagens baixas e montanhosas são substituídas e as roupas representam a união de elementos agrícolas e pecuários de vestuário, com vestígios de cultura eslava antiga, cultura balcânica antiga, aluvim medieval e albanês bizantino e cultura turco-oriental. Caracteriza-se por ternos de forma visual alongada, a riqueza de decorações sutis e luxuosas de produção perfeita e delicada composição de cores. Em todas as regiões, além de propriedades comuns substanciais e pictóricas, a roupa demonstra muitas diferenças regionais e locais, que são mostradas em alguns elementos e de acordo com a etnia. Como características comuns da roupa aparecem, até as primeiras décadas do século 20, quase os mesmos tipos de material de produção nacional–especialmente o tecido de cânhamo, linho e algodão, o tecido (tecido de lã tecida) de cor branca e marrom Tecidos escuros, de lã e de algodão, muitas vezes com listras tecidas e pequenos ornamentos compósitos geométricos, e couro natural e processado também. Eles foram usados e alguns tecidos de produção de fábrica e produtos de propriedades orientais também. No corpus de roupas sérvias, pano e vários vestidos de pano e lã, e além de uma grande diversidade de aparência visual, eles contêm principalmente características de corte semelhantes ou similares. Em todas as áreas de vestuário feminino, e também de homens, a camisa em forma de túnica em camurça, com mangas, é o vestido básico do inferior e superior. Quase em toda parte, a camisa longa das mulheres é da mesma largura, com uma ou duas extensões nos lados em forma de cunha, exceto na região de Kosovo, Metohija e Raška (centros de categoria sérvia da categoria medieval), onde a camisa foi desenvolvida em um largo vestido em forma de sino com dez ou mais cunhas. Nessa forma desenvolvida, com uma decoração de bordados muito rica que também é encontrada em outras áreas e em outros objetos, e na composição de ornamentos, as reflexões têxteis medievais dos trajes nobres sérvios são visíveis. O bordado perfeitamente acabado, com sentido refinado para a conexão de várias formas de ornamento de plantas, geométricas e estilizadas, está localizado nas partes visíveis da camisa–as luvas, o baú com o colar e a borda da camisa. Os motivos bordados são frequentemente gratuitos, mas também existem e com fundo completo. Os fios de lã foram usados para bordados, muitas vezes vermelhos em vários tons. Em alguns ambientes, a cor vermelha é representada como independente, em outras regiões é incorporada com outras cores, ou com fios de prata e ouro, com a adição de pérolas, lantejoulas e borlas. Ao contrário deste adorno principalmente vermelho e dourado que cobre abundantemente os seios e mangas da camisa, que é extensamente regionalmente principalmente nas áreas do sul, o bordado policromado de tons claros e escuros, de uso mais discreto, adornou as camisas em outros paisagens. Outra característica da roupa que de uma maneira muito tipológica define a roupa das mulheres da zona central dos Balcãs é uma saia, formada por duas metades feitas de forma transversal, enrugadas e abertas de todo o comprimento. Igualmente usado por meninas, namoradas e mulheres casadas. Aparece em duas variantes básicas. Bojče ou zaprega, que cobre apenas os quadris ou atinge os joelhos, adornados com bordados ou desenhos multicolores, principalmente, são representados nas regiões de Kosovo, Metohija e Raška. O outro, o futa ou o vutara (saia muito mais longa), que quase atinge a borda da camisa feminina, aberto todo o comprimento, com ornamentos listrados, era generalizado na maioria das outras áreas da área central dos Balcãs. Ao mesmo tempo, a aparência distintiva da roupa completa no Sudeste da Sérvia, deu o sukman, o manto ou o manovil (vestido sem mangas agitado), feito de tecido de lã preta e em variante de verão de tecido de cânhamo com decoração bordado rico. A este vestido agitado, conhecido e em outras cidades eslavas, a antiga origem eslava é atribuída. Partes inevitáveis de vestuário são tiras de cinto e avental de lã, ornamentos geométricos, feitos no mesmo tecido e menos com bordados. Só se enfrentava na frente, exceto em algumas partes do nordeste da Sérvia, onde valachias estavam desgastadas e um avental por trás, na tradição dos velhos tempos, vestido com longas tiras de lã. Rodeo com dois aventais na camisa aparece e sobre a roupa das mulheres da Albânia, em cuja aparência visual geral decorrem ornamentos tecidos geométricos e coloridos de tons mais escuros. Das partes superiores da roupa que foram usadas no verão, e algumas apenas no inverno, a maior distribuição tinha jelek–corpete curto (colete), longo zubun (vestido superior feminino sem mangas, frente aberta), vestido de pano longo com mangas e armário de armas (vestido de mulheres e homens com mangas compridas, tipo de casaco de pano) de cor branca ou marrom, de comprimento até o cinto, todos adornados com cordas. Entre os tipos mencionados de peças de vestuário superiores, dos quais cada um em ambientes locais continham certas especificidades pictóricas e decorativas, na melhor forma era o zubun, feito de pano branco, comprimento do joelho aberto na frente. As decorações geométricas são motivos florais estilizados abundantemente representados, feitos com bordados, com aplicações de tecido tingido, em algumas partes com adição de borlas e franjas. E o zubun com rico bordado de motivos florais de fio de lã vermelha em que a árvore da vida é incorporada, e também em outros locais o zubun com formas florais relacionadas de lã preta e escura com manchas circulares de tecido vermelho ou O zubun com bordados em relevo com desenhos geométricos sutilmente compostos, feitos em vários tons de vermelho, e também o zubun com aplicações discretas policromadas de bordados e tecelagens–mostram altos níveis de artesanato artístico com base na tradição dos valores medievais. Uma das características marcantes da área central dos Balcãs é oglavlje, especialmente travaji (duas tranças de lã) que casaram mulheres trança com os cabelos e se dobraram ao lado de suas orelhas. Em algumas áreas, o cabelo natural foi penteado de forma semelhante. No cabelo penteado assim, as toalhas e as tampas foram colocadas com visualizações curtas ou longas (pano que pendura as costas das mulheres). Meninas com o cabelo penteado em uma, duas ou mais tranças, usavam uma pequena gola vermelha ou um lenço. Com as noivas aparecem formas especiais, muito decoradas com flores, séries de contas, moedas de prata e outros pingentes, que, ao lado do papel decorativo que tinham e do significado do amuleto. Além de joias para decorar o cabelo e algo para cobrir a cabeça (brincos, grampos de cabelo, joalheria–joias que são usadas na frente, faixas) e roupas festivas, vários tipos de colares, pulseiras, anéis, a maior distribuição teve o papel–broche (fivelas decorativas ou principais para cinto feminino), prata ou ouro. Ao contrário da roupa feminina, que se expressa em uma grande variedade de formas e adornos, a roupa masculina rural dos Balcãs Centrais tem as características mais iguais. Exceto pela camisa de pano e calça usada no verão em paisagens mais lisas, as roupas típicas eram vestidos, usados com mais camadas no inverno, que durante o século XIX eram de pano branco enrolado. Em algumas partes do leste da Sérvia e com os sérvios e os albaneses no Kosovo e Metohija, isso também será mantido até o início do século XX, o que não era o caso na maioria das outras partes, onde era cada vez mais usado. O pano marrom e preto na segunda metade do século XX. Além da camisa, de características decorativas e cortadas semelhantes às camisas femininas, a distribuição mais ampla tinha o pano džamadan (colete sem mangas, com frentes dobradas) e coletes de diferentes comprimentos, frente aberta, e o inverno veste o gunj–manta com mangas, com diferentes comprimentos, e com nomes diferentes de um ambiente para outro. Com o cinto de lã de ornamentos principalmente listrados, uma parte inevitável de roupa de pano, decorada com aplicações de cordas de lã negra, era čakšire (tipo de calça masculina) de corte raso e pernas estreitas. Na ciência, considera-se que esta forma de calças de pano e ornamentos de cordas também têm a antiga origem balcânica. Determinado emprego tinha e objetos de origem oriental: čakšire ou calças com dobras e cortes mais profundos, folhetos (cinto de seda colorido para homens), silv (cinto de couro com compartimentos). Em roupas para ocasiões especiais, feitas de pano doméstico, ou šajak marrom (pano de produção da fábrica) e čoha–pano, produção de fábrica azul escuro, a jóia mais comum foi a æustek (jóias masculinas) roscados com pérolas ou feitos de prata artesanal). Para cobrir a cabeça, eles usavam o boné de lã preta, šubara–boné de cordeiro, ćulav ou ćulah (boné masculino com pano branco raso) e em alguns ambientes fes (boné macho vermelho). Era costume enrolar a toalha de algodão ao redor do chapéu e da cabeça, e no inverno lenço de lã de malha. No final do século XIX, os sérvios usavam o šajkača (boné de lã militar), que, como o keče (capa branca de malha branca) com os albaneses, no sentido da identidade étnica, mantém-se em uso e na vida contemporânea no início do período 21. As roupas de mulheres e homens são caracterizadas por meias de malha com decoração rica e sapatos camponeses rasos (opanci), de produção doméstica e artesanal. Em quase todos os ambientes, o uso significativo tinha impermeáveis de tecido com mangas e capas largas semicirculares com capa, vestidas com o terno completo. Zona dinâmica A zona dinástica e dinâmica geográfica inclui várias áreas no sudoeste da Sérvia. De acordo com as condições naturais das montanhas, o gado, ou seja, a criação de ovelhas, foi o principal ramo da economia, ao qual um modo de vida foi adaptado. A roupa tradicional foi feita principalmente de lã. Depois de tecer, o tecido de lã doméstico foi trazido em máquinas especiais para rolar (stupe), que eram muitos nos rios de montanha menores. Este tecido acabado, isto é, o pano era natural, branco e marrom, e também estava pintado em vermelho. Na composição de várias partes de roupas de pano, tecidos de lã e materiais trançados em vestuário, a gravidade da forma é notada. Os ornamentos são geométricos e florais, e o uso de três cores básicas, branco, marrom e vermelho escuro, dá roupas femininas com mais unidades variantes e roupas masculinas com aparência mais uniforme, um selo especial. A base da roupa feminina e masculina representa a camisa de cânhamo ou linho e, a partir do final do século XIX, o pano de algodão da produção doméstica. Feito de um pedaço de pano, rearranjado nos ombros, a camisa tem extensões em forma de cunha e mangas largas e retas. A camisa longa da mulher tem um rico bordado de lã finamente girada e às vezes algodão. Nas camisas masculinas, que são mais curtas do que as camisas femininas, o adorno é mais discreto e, além do bordado vermelho-preto, aparecem resultados vazios de linho ou fio de algodão. Com o cinto tecido necessário, as meninas e as mulheres, também, enrolam um avental estreito, com uma forma retangular alongada, na camisa e em seu adorno, além das listras, as linhas horizontais de motivos florais são encontradas em algumas cópias. Essas três roupas, com a adição de um colete de pano curto, čoha (pano fino) ou de veludo, com bordados dourados discretos e com cordas, eram as partes básicas da roupa de verão. A roupa é completada pelo colete de pano zubun, branco longo ou vermelho escuro, e no inverno o pistoleiro (manta) de pano marrom e longo vestido branco com mangas. Para a decoração de expressividade pictórica rica destaca o zubunbranco. Bordados com alívio de lã preta sob a forma de curvas e espirais rolos dobrados densamente, com estilo semelhante aos ornamentos de lápides medievais, cobre completamente a parte superior das costas. Nas saias, ao contrário dos desenhos geométricos nas costas, os ornamentos são flores estilizadas, feitas de lã preta e fio dourado. Sabe-se que nenhuma menina no passado poderia se casar até eu bordar um zubun para si mesma como a prova que dominava o trabalho manual. O ornamento bordado expressivo de lã escura vermelha e preta aparece e na gola da noiva com as longas prevês (pano pendurado nas costas). As garotas, com os cabelos trançados em duas tranças que envolvem a coroa ao redor da cabeça, usam o boné vermelho raso, e as mulheres casadas amarram um lenço sobre a touca. Das joias trabalhadas pelo ourives, mais uso tinha: agulha na forma de flor para o boné, colares e pafte (broche)–fivela para o cinto. A roupa masculina, exceto a camisa e as calças de pano, e os vestidos superiores de tecido, de cor marrom escura ou preta, uma característica particular é o pelengiri (tipo de calças largas para homem, tecido de lã que não foi enrolado) branco ou marrom. Eles estão sem ornamentos, ao contrário de gunjić (colete mais curto, frente aberta) e džamadan (colete sem mangas, com metades dobradas) e gunj (manta com mangas), que têm ornamentos em forma de corda. Esta roupa de contraste branco-marrom é complementada pelo cinto de lã colorido, boné vermelho raso, em torno do qual está embalado lenço de lã vermelha no inverno, como o oriental čalma (turbante), então, em ocasiões especiais jelek sa tokama (colete corpino curto com botões e azulejos de prata costurados em filas, nos lados dianteiros de um colete de homem, como ornamento), silv (cinto de couro) e acima de tudo, um casaco vermelho com um capuz, quando está frio. No final do século 19, na antiga camada de vestuário, as mudanças ocorreram sob a influência de áreas urbanas e forma militar de vestir. As telas de produção da fábrica substituem cada vez mais o pano doméstico, na roupa feminina, a saia comprida das características contemporâneas da moda é aceita e, na roupa masculina, o chapéu šajkača (boné militar) e calças de corte militar, que se tornarão uma característica significativa da roupa de homens étnicos durante a primeira metade do século 20 na área mais ampla da Sérvia. Área de Panonia As roupas étnicas da área cultural e geográfica de Panonia se estendem ao norte da Sérvia. Na área da fronteira do sul com mais áreas, entre as quais Šumadija e Kolubara ocupam o lugar central, as roupas são impregnadas com o conteúdo dinâmico e central dos Balcãs e as influências da roupa urbana e militar da Sérvia do século XIX e uniformes militares. Eles também estão presentes. No resto do ambiente pannoniano–na Voivodina, as roupas foram expostas às influências e estilos da Europa Central, especialmente o barroco e do final do século 19 até a moda urbana do quadro europeu. Os elementos eslavos antigos são importantes e foram salvos da melhor maneira nas paisagens da Pannonica. Nas principais terras baixas, com impregnações culturais complexas, a fertilidade do solo, com abundância de cereais e outras frutas, proporcionou a segurança econômica da população, que se manifestou em todas as áreas da vida, e o que contribuiu com os ricos Diversidade e formas, ornamentos e cores alegres para as roupas. O pano muito enrugado, que foi usado no verão e no inverno, parece vivo e fácil. As roupas de pano e peles são de formas de corte largo–apropriadas para o modo de trabalhar em planícies. Os motivos das plantas são frequentes, assim como as formas geométricas coloridas, brancas e douradas de objetos tecidos e bordados, especialmente cores claras. Para a produção de roupas, foram utilizados mais tipos de pano e, com o extraordinário tecido, tecido de algodão com transparência do ar e semi-seda e tecido de algodão fino com listras verticais foram destacados. Além do tecido doméstico, tecido branco, marrom escuro e preto, pele de carneiro com lã, lã e material de algodão, fio de ouro e prata para tecido e decoração, a partir da segunda metade do século 19 são usados e tecidos de produção industrial, com a qual eles vêm e formas de corte de moda urbana europeia. A roupa feminina, que aparece em muitas variantes, na velha camada de vestuário do século XIX, é marcada pela longa camisa enrugada, feita de metades retas de pano, com mangas largas que vêm do pescoço. Os motivos florais bordados com renda incorporada são colocados ao longo das mangas, união das metades e do fundo da camisa. Na área da fronteira do sul, em cima da camisa cercada pelo cinto que está decorado com broches de ouro ou prata, as meninas usam apenas o avental dianteiro, e as mulheres casadas também usam o avental traseiro. Os aventais dianteiros são caracterizados por tecido comprimido e ornamentos geométricos que são encontrados em toda a superfície, ao contrário de aventais transparentes e quase monocromáticos com tecido discreto ou bordados. Além de jelek de pano ou de veludo com bordados com cordas e ouro com motivos florais e zubun com manchas de pano em cor, o uso importante teve, especialmente no inverno, as roupas de tecido em comprimentos diferentes e com mangas compridas, semelhante a vestidos de uso similar em ambientes dinares e na área central dos Balcãs. Ao contrário das roupas tradicionais profundamente enraizadas, na camada de roupas quentes de mulheres e homens, a segunda metade do século XIX, seguindo o modelo da moda feminina urbana, entra em uso na saia longa, adaptada visualmente às variantes de roupas em cada área. Acima de tudo, a saia em forma de sino de Šumadija com listras verticais e horizontais em tons sutis de policromo, que–semelhante aos modelos de uniforme militar sérvio em roupas masculinas–ornou-se não só a característica do novo vestuário na primeira metade do século 20, mas também sinônimo e representativo de vestuário étnico e sérvio em um amplo sentido cultural e nacional. As roupas étnicas nas terras baixas na Voivodina, ao contrário das roupas feitas na zona de transição do sul, pertencem à cultura distinta de Panonia. Na roupa feminina, onde anteriormente dominava a longa camisa enrugada, já desde o início do século XIX, sob a influência da roupa europeia, aparece a roupa de pano de duas peças–a camisa curta e a saia que são feitas com mais metades de tecido. A camisa curta, com transformações ocasionais de moda em detalhes cortados, para ocasiões especiais, foi costurada de tecido de algodão transparente e decorada, especialmente as mangas muito largas, com ornamentos, tecidos e bordados brancos ou dourados, muitas vezes e com aplicação de rendas. A parte inferior da roupa de pano é saia, muito larga, com bordados leves e decoração de renda branca–usada em mais camadas. A silhueta de tecido com cintura pronunciada é completada por um avental de lã com ornamentos geométricos, ou avental de veludo, cetim, seda, muitas vezes em relevo com bordados de ouro (flores, videira pequena) que também aparece no colete. Com bordados de ouro ou prata, os colares eram apropriados, pendurados em moedas de ouro ou prata, contas de cristal e grânulos. Para cobrir a cabeça com os cabelos trançados em tranças enroladas em torno da cabeça ou de trás em um coque, a distribuição mais ampla tinha: konđa (base de toalha) de antiga origem eslava, lenços reformados em bonés cuja cúpula foi colocada no pão e a parte inferior caiu no pescoço e nas costas, com um embelezamento de bordados dourados, que, na mais rica exibição floral de expressão barroca, é encontrado em zlatara (chapéu de mulher coberto com bordados de ouro) com dois tecidos longos que pendem pôr as costas. Em situações cotidianas, um lenço foi usado, e com as coroas florais das noivas, tampas e coroas, com um design rico. A roupa de pano dos homens faz uma camisa e uma calça, com um vestido pannoniano–a camisa sempre estava desgastada sobre as calças, na maioria das regiões com um cinto tecido envolvido. A camisa, e as calças, também são muito largas, composta por mais metades de tecido. Como as camisas femininas, a decoração era muito rica. Entre os ornamentos florais das camisas masculinas destacaram–se, como símbolo da fertilidade, o motivo do pico de trigo maduro. As roupas de verão foram completadas pelo colete de pano fino, seda, brocado, muitas vezes com botões de prata oval. No inverno, além do cobertor de pano branco e čakšire (tipo de calça masculina), usados em conjunto e de grande manta preta, casacos brancos com o pescoço quadrado que poderiam ser formados no capuz também eram frequentes. Alguns tinham mangas de costuras curtas que servia como uma espécie de bolsos para colocar vários itens pequenos, necessários no caminho ou no trabalho de pastor. A roupa típica de homens e mulheres da área de Pannonian é representada por jerkins de pele de cordeiro e ovelha. A decoração era diversa e vívida nos objetos de pano e peles também. Os motivos florais ramificados foram feitos de bordados de lã colorida com aplicações de pequenos pedaços de tecido fino no tecido, ou seja, com aparas de couro florais na pele. Para cobrir a cabeça são típicos: o boné de pele de cordeiro preto (šubara), o chapéu de pano preto e preto, a palha de verão e a tampa militar (šajkača) muito difundidos na área de fronteira do sul. Em sapatos antigos, partes de tecido de lã eram usadas para torcer as pernas, as meias de lã e de algodão, os amplos calçados camponeses, os sapatos camponeses com pequenos entrelaços de produção extraordinária, botas, sapatos e tamancos de madeira para trabalhar em casa. É importante notar que a roupa de pano–que, juntamente com os vestidos de tecido da fábrica na área de fronteira do sul, reserva as características tradicionais por um longo tempo–desde o final do século 19 na Voivodina é suprimida pelo terno de lã, formado seguindo o modelo de terno urbano europeu, com o uso frequente de embelezamento bordado. O mesmo aconteceu com a roupa de mulher, onde os vestidos de lã, algodão e seda de duas partes (colete e blusa com saia longa) são usados em combinação de camisa curta e bonés de ouro com características tradicionais. E a roupa étnica das comunidades de minorias nacionais–como a roupa da população da maioria sérvia–contém características básicas da Panonia, então, em sua totalidade fundamental e visual, as especificidades da roupa dos países vizinhos e vizinhos se manifestam. Todos os diferentes tipos de roupas étnicas na Sérvia, que se desenvolveram de forma diferente e similar em áreas culturais e geográficas, com apoio a longo prazo do patrimônio e valores tradicionais em relação à condicionalidade do tempo em que foram criados. E usado, na marcha do desenvolvimento da sociedade como um todo, passará pelo processo de desaparecimento gradual da vida cotidiana. Este processo de mudanças, causado pelo desenvolvimento de novas condições econômicas e sociais, a expansão das conexões comerciais e de trânsito, relações mais estreitas entre áreas urbanas e rurais, já apareceu no final do século 19, cada vez mais após o Primeiro e especialmente a Segunda Guerra Mundial, desde que o estilo de vestimenta tradicional deixa o lugar para a moda urbana europeia. Desta forma, na segunda metade do século 20 a roupa étnica tornou-se um valor cultural e histórico, mas ocasionalmente é usada em certas ocasiões especiais. Bordados em fantasias populares da Sérvia O bordado popular, ao lado da antiga herança, especialmente nas áreas montanhosas, caracteriza-se pelo estilo tomado principalmente das classes sociais superiores, nas quais os elementos da Europa Central e Oriental influenciaram com o tempo. Na Vojvodina prevalece o bordado branco e dourado, mas também existem estilos de bordados coloridos, com cores muito brilhantes. Na região cultural da zona da Morávia, o colete feminino (jelek) é decorado com grandes flores de peônia estilizada, geralmente vermelhas, na base vermelha, às vezes dominantes, até a zona dinástica, encontramos principalmente o bordado Colorido de colete feminino, em que dominam os tons escuros. Nas áreas de gado, as coletes de mulheres estão decoradas com bordados de lã coloridos no peito e também na saia. No Kosovo sérvio, as coletes das mulheres mostram claramente os detalhes bizantinos e medievais, adaptados às formas populares. A decoração dos trajes populares–a roupa popular, era muito extensa, usando fitas de seda, lã e algodão, especialmente as partes superiores da roupa. Os desenhos de bordados em figurinos populares são elementos básicos, que também têm valor artístico. Ornamentos, bordados e vários ornamentos são encontrados em lugares importantes de trajes populares: peito, mangas, saias, cachecóis e chapéus. Durante a história, a roupa popular dos homens era muito simples e feita principalmente de pano cru. Do século XIX até o presente, o traje popular dos homens é decorado mais, especialmente colete curto (jelek). Calçados–opanci (sapatos camponeses) adotam fitas de couro e entrelaçamento, enquanto as meias estão ricamente decoradas com inúmeros desenhos de bordados coloridos. Opanak (plural opanci)–sapato camponesa é um tipo de calçado tradicional usado na Sérvia medieval. As características do opanak são: feitas de couro, sem muitos laços e laços, longa vida, forma pontiaguda, que termina nos dedos. A forma de terminação apontada de opanakdesigna a parte da Sérvia a partir da qual ela vem, e o nome data da palavra romena apinci. Hoje, opanak é usado nas áreas montanhosas da Sérvia, Montenegro, República Srpska e outras partes da ex-Iugoslávia. Esta forma de calçado é tradicionalmente usada por camponeses e trabalhadores no campo, pois é adequado para trabalhos agrícolas regulares. O opanak pode ser comprado nos maiores mercados da Sérvia, e é a nossa lembrança favorita. Kolo Sérvio é dança folclórica em um grupo, onde um grupo de pessoas (geralmente uma dúzia, pelo menos três) de mãos dadas ou ao redor da cintura, dança em um círculo imaginário (kolo), de onde vem o nome. Durante a dança, quase não há movimento da parte superior do corpo, acima da cintura. É dançada acompanhando um instrumento musical de duas vezes, do mesmo nome, que normalmente é executado com acordeão ou com outros instrumentos: fife ou tamboura pequena. É fácil aprender a dançar kolo, mas os dançarinos experientes realizam esta dança com grande habilidade, graças aos diferentes elementos ornamentais que o adicionam, como etapas sincopadas, etc. Antes que o kolo fosse dançado e perto da igreja, no campo de batalha, em casamentos e outras alegrias e eventos populares. Em todo lugar, o kolo simbolizava a reunião de nações em torno do mesmo ideal, o mesmo desejo e felicidade geral. |
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MINERAÇÃO |
Bauxita, Carvão e Minério de Cobre. |
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ESPORTES |
Andebol ou handebol (do inglês handball) é uma modalidade desportiva criada pelo alemãoKarl Schelenz, em 1919—embora se baseasse em outros desportos praticados desde fins do século XIX, na Europa setentrional e no Uruguai. O jogo inicialmente era praticado na relva em um campo similar ao do futebol com dimensões entre 90m a 110m de comprimento e entre 55m a 65m de largura, a área de baliza (gol em português do Brasil) com raio de 13m, a baliza com 7,32m de largura por 2,44m de altura (a mesma usada no futebol), e era disputado por duas equipas de onze jogadores cada, sendo a bola semelhante à usada na versão de sete jogadores. Hoje em dia a maioria dos jogadores pratica apenas o handebol de sete. O basquetebol ou bola ao cesto é um jogo desportivo coletivo inventado em 1891 pelo professor de Educação Física canadense James Naismit, na Associação Cristã de Rapazes de Springfield, Massachusetts, Estados Unidos. É disputado por duas equipes de 10 jogadores (5 em campo e 5 suplentes) que têm como objetivo passar a bola por dentro de um cesto e evitar que a bola entre no seu cesto colocado nas extremidades da quadra, seja num ginásio ou ao ar livre. Os aros que formam os cestos são colocados a uma altura de 3 metros e 5 centímetros. Os jogadores podem caminhar no campo desde que driblem (batam a bola contra o chão) a cada passo dado. Também é possível executar um passe, ou seja, passar a bola em direção a um companheiro de equipe. O basquetebol é um desporto olímpico desde os Jogos Olímpicos de Verão de 1936 em Berlim. O nome vem do inglês basketball, que significa literalmente "bola no cesto". É um dos esportes mais populares do mundo. Em Dezembro de 1891, o professor de educação física canadense James Naismit, do Springfield College (então denominada Associação Cristã de Rapazes), em Massachusetts, Estados Unidos, recebeu uma tarefa de seu diretor: criar um desporto que os alunos pudessem praticar em um local fechado, pois o inverno costumava ser muito rigoroso, o que impedia a prática do Baseball e do Futebol Americano. James Naismith logo descartou um jogo que utilizasse os pés ou com muito contato físico, pois poderiam se tornar muito violentos devido às características de um ginásio, local fechado e com piso de madeira. Logo escreveu as treze regras básicas do jogo e pendurou um cesto de pêssegos a uma altura que julgou adequada: 10 pés, equivalente a 3,05 metros, altura que se mantém até hoje; já a quadra possuía, aproximadamente, metade do tamanho da atual. Em contrastes com as redes de basquete moderno, em cesta de pêssegos manteve a sua parte inferior, e as bolas tinham que ser retiradas manualmente após cada "cesto" ou ponto marcado, o que provou ser ineficaz. Dessa forma, um buraco foi perfurado no fundo da cesta, permitindo que as bolas fossem retiradas a cada vez com uma longa vara. Os cestos de pêssegos foram utilizados até 1906, quando foram finalmente substituídos por aros de metal com tabela. Uma outra alteração foi feita logo cedo, de forma que a bola apenas passasse pela cesta, abrindo caminho para o jogo que conhecemos hoje. Uma bola de futebol foi usada para acertar as cestas. Sempre que uma pessoa arremessava uma bola na cesta, a sua equipe ganharia um ponto. A equipe com o maior número de pontos ganhava o jogo. As cestas foram originalmente pregadas ao balcão do mezanino da quadra de jogo, mas isto se provou impraticável quando os espectadores no balcão começaram a interferir nos arremessos. A tabela foi introduzida para evitar essa interferência, que teve o efeito adicional de permitir rebotes. Esse desporto chama-se "basquetebol". O futebol, também referido como futebol de campo, futebol de onze e, controversamente, futebol associado (em inglês: association football, football, soccer), é um desporto de equipe jogado entre dois times de 11 jogadores cada um e um árbitro que se ocupa da correta aplicação das normas. É considerado o desporto mais popular do mundo, pois cerca de 270 milhões de pessoas participam das suas várias competições. É jogado num campo retangular gramado, com uma baliza em cada lado do campo. O objetivo do jogo é deslocar uma bola através do campo para colocá-la dentro da baliza adversária, ação que se denomina golo ou gol. A equipe que marca mais gols ao término da partida é a vencedora. O jogo moderno foi criado na Inglaterra com a formação da The Football Association, cujas regras de 1863 são a base do desporto na atualidade. O órgão regente do futebol é a Federação Internacional de Futebol (em francês: Fédération Internationale de Football Association), mais conhecida pela sigla FIFA. A principal competição internacional de futebol é a Copa do Mundo FIFA, realizada a cada quatro anos. Este evento é o mais famoso e com maior quantidade de espectadores do mundo, o dobro da audiência dos Jogos Olímpicos. O polo aquático é um desporto coletivo, semelhante no princípio básico do handebol. As equipes devem tentar jogar a bola dentro da baliza adversária, defendido pelo guarda-redes, mas é praticado dentro de uma piscina. O jogo foi oficialmente inventado no fim do século XIX, embora existam desportos ancestrais ao polo aquático praticados desde o início do século XVIII. Era conhecido como o rugby aquático e junto ao futebol, foram os primeiros desportos coletivos oficiais das Olimpíadas dos tempos modernos. As duas regras básicas oficiais são: a bola não pode ser segurada com as duas mãos juntas por qualquer jogador com exceção do guarda-redes, a bola não pode ser afundada por qualquer jogador quando atacado. Diferentemente do futebol, onde não há limite de tempo, no polo aquático as equipes devem executar as suas jogadas em 30 segundos. O jogo é dividido em quatro partes de 8 minutos de tempo útil (o tempo pára sempre que a bola sai dos limites da piscina, um técnico ou capitão pede tempo, ocorre alguma falta, ou um dos árbitros assinala alguma coisa com o apito). Entre as melhores equipes mundiais estão a Croácia, Espanha, Hungria, Itália, Montenegro, Rússia, Sérvia, entre outras. No lado feminino, temos também grande destaque para os Estados Unidos Ténis ou tênis é um esporte de origem inglesa, disputado em quadras geralmente abertas e de superfícies sintéticas, cimento, saibro ou relva. Participam no jogo dois oponentes ou duas duplas de oponentes, podendo ser mistas (homens e mulheres) ou não. A quadra é dividida em duas meia-quadras por uma rede, e o objetivo do jogo é rebater uma pequena bola para além da rede (para a meia-quadra adversária) com ajuda de uma raquete. Para marcar um ponto é preciso que a bola toque no solo em qualquer parte dentro da quadra adversária incluindo o alvado do oponente, fazendo com que o adversário não consiga devolver a bola antes do segundo toque, ou que a devolva para fora dos limites da outra meia-quadra. O desporto assim possui aspectos de ataque (rebater bem a bola, dificultando a devolução do adversário) e defesa (bom posicionamento em quadra, antecipação do lance adversário etc). O tênis possui um intricado sistema de pontuação, que subdivide o jogo em games/jogos e sets/partidas. Grosso modo, um game é um conjunto de pontos (15-30-40-game) e um set é um conjunto de games (1-2-3-4-5-set). Cada game tem um jogador responsável por recolocar a bola em jogo: fazer o serviço ou sacar. No tênis de competição, é comum que o jogador que serve fature o game, já que tem a vantagem do ataque e dita o ritmo do jogo. Desta forma, uma das estratégias de jogo é tentar inverter esta vantagem durante a troca de bola ou durante a defesa fazer com que o adversário, através de erros, perca os games em que está sacando. Ganha o jogo/encontro aquele que atingir um número de sets pré-definido—geralmente 2sets, sendo de 3sets para os grandes torneios masculinos. Voleibol é um desporto praticado numa quadra dividida em duas partes por uma rede, possuindo duas equipes de seis jogadores em cada lado. O objetivo da modalidade é fazer passar a bola sobre a rede de modo a que a bola toque no chão dentro da quadra adversária, ao mesmo tempo que se evita que os adversários consigam fazer o mesmo. O voleibol é um desporto olímpico, regulado pela Fédération Internationale de Volleyball (FIVB). |
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LEMA |
O país não possui Lema. |
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FORÇAS ARMADAS |
As forças armadas sérvias são subservientes ao Ministério da Defesa do país e são compostas por um exército e uma força aérea. Mesmo não tendo acesso ao mar, a Sérvia possui uma flotilha de navios para patrulhar seus rios, como o Danúbio e o Tisza. São comandados pelo Chefe do Estado-Maior, que é apontado pelo presidente (o Comandante-em-chefe). Em 2012, o orçamento militar da Sérvia ficou em torno dos US$ 612 milhões de dólares (ou cerca de 1,6% do PIB). Tradicionalmente composto em sua maioria por conscritos, o exército sérvio tem passado por um período de reconstrução e profissionalização. O recrutamento obrigatório foi abolido em janeiro de 2011. Atualmente contam com pelo menos 28 000 tropas no serviço ativo, apoiados por mais 20 000 reservistas e outros 170 000 em condições para serem convocados. A Sérvia tem participado de um programa de parceria com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), mas se recusa a se juntar a OTAN devido a rejeição popular proveniente do bombardeio da Iugoslávia por parte de países desta organização em 1999. O país é signatário do Pacto de Estabilidade para o Sudeste da Europa. As forças armadas sérvias participaram de várias missões de paz pela ONU, incluindo no Chipre, Costa do Marfim, Líbano e Libéria. O país é um enorme produtor de armamentos para a região dos Bálcãs. Em 2011 eles exportaram mais de US$ 250 milhões de dólares em equipamentos. Suas exportações também incluem principalmente o Oriente Médio, a África, o Sudoeste Asiático e até a América do Norte. Nos últimos anos, devido à alta demanda, o setor de defesa e fabricação de armas viu um fortalecimento acentuado. As Forças Armadas da Sérvia (FAS) são a força de defesa integrada da República da Sérvia incluindo as forças terrestres, a marinha e a força aérea. Como a maioria das forças armadas, foi criada por um decreto da Assembleia Nacional. Isto ocorreu em 8 de Julho de 2006, depois do desmorono da Jugoslávia e após a declaração de independência de Montenegro. |