GEOGRAFIA PURA

Croácia (O país fez parte da antiga Iugoslávia, que existiu entre 1945 e 1990)

SIGNIFICADO DO NOME

O topônimo "Croácia" entrou na língua portuguesa por intermédio do francês croate ("croata"). Este, por sua vez, parece advir do eslavônico horvat, "montanheses". O gentílico para o país é "croata" e é registrado em português a partir de 1538. Existem ainda as alternativas mais raras: "croácio", "croaciano" e "croático", a última apenas em referência à língua do país.

CONTINENTE

Europa

BANDEIRA

SINIFICADO DA BANDEIRA

A bandeira da Croácia foi adotada em 21 de dezembro de 1990 (10 meses antes de sua independência da Iugoslávia). Ela possui formato retangular na proporção de 1:2 e é composta por três faixas horizontais, de mesmo tamanho, nas seguintes cores: vermelho (superior), branco (central) e azul (inferior). No centro da bandeira está posicionado o brasão de armas da Croácia.

A bandeira da Croácia foi projetada por Miroslav Sutej, pintor e artista gráfico croata.

As cores vermelha, branca e azul representam o movimento pan-eslavista, muito forte na região no começo do século XX, que defendia a união de todos os povos de origem eslava.

Há também uma outra explicação para o simbolismo destas cores:

-Azul: amor e adoração à Deus.

-Branco: paz

-Vermelho: o sangue derramado pelos mártires croatas.

CURIOSIDADES:

-Durante o período em que a Croácia ficou integrada a Ioguslávia (entre 1945 e 1990) a bandeira da então República Socialista da Croácia era semelhante a atual, porém, no centro havia uma estrela vermelha com borda amarela de três pontas (simbolizando o sistema socialista) no lugar do brasão de armas atual.

- Alguns especialistas em bandeiras defendem a ideia de que as três cores principais da bandeira croata representam três regiões geográficas do país.

MAPA

BRASÃO

O brasão de armas da Croácia consiste de um brasão principal e de cinco brasões menores que coroam o principal.

O brasão principal é um brasão axadrezado que consiste de 13 campos vermelhos e 12 prateados (brancos). O seu nome comum é šahovnica, que originalmente era um nome relativamente pejorativo que lhe foi dado durante o tempo do regime socialista.

O xadrez vermelho e branco é um símbolo dos reis croatas pelo menos desde o século X, tendo variado em tamanho desde 3×3 a 8×8, mas sendo mais comum em 5×5, como no brasão atual. A mais antiga fonte que confirma o brasão como um símbolo oficial é uma genealogia dos Habsburgos datada de entre 1512 e 1518. Em 1525 foi usado numa medalha votiva. O padrão faz lembrar uma flor autóctone chamada kockavica.

A lei de 21 de Dezembro de 1990 instituiu um desenho criado pelo designer gráfico Miroslav Šutej, sob encomenda de uma comissão liderada por Nikša Stančić, então chefe do Departamento de História da Croácia na Faculdade de Filosofia da Universidade de Zagreb.

O novo desenho adicionava os cinco brasões da coroa, que representam as regiões históricas das quais se originou a Croácia. São eles, da esquerda para a direita:

o mais antigo brasão conhecido da Croácia: uma estrela dourada de seis pontas (que representa a estrela da manhã) sobre uma lua prateada num escudo azul. Representa a capital, Zagreb, e a Croácia central em geral.

um brasão mais antigo da República de Dubrovnik: Duas listas vermelhas num escudo azul escuro, atribuído a Dubrovnik pela dinastia Árpád, que eram os reis croato-húngaros no século XV.

o brasão da Dalmácia: três leões dourados, coroados, dois sobre um, num escudo azul. Algumas fontes falam de leopardos, mas a maior parte das imagens mostram leões. Este brasão pertence à Dalmácia desde o século XIII e é provável que se tenha originado na dinastia de Anjou.

o brasão da Ístria: uma cabra dourada, com cascos e cornos vermelhos, num escudo azul escuro.

o brasão da Eslavónia: duas listas prateadas num escudo azul (em representação dos rios Drava e Sava que delimitam as fronteiras norte e sul da Eslavónia, respectivamente), entre as quais, num campo vermelho, está uma marta negra a correr sobre uma estrela dourada de seis pontas. Este brasão foi atribuído à Eslavónia pelo rei Ladislaus Jagiello em 1496.

Ao contrário do que acontece com a maioria dos países, os símbolos croatas de identidade são mais frequentemente derivados do seu brasão de armas do que da bandeira.

O quadriculado do brasão representa também o intercalar das guerras que o povo croata já sofreu.

HINO

Croata

Lijepa naša domovino

Oj junačka zemljo mila

Stare slave djedovino

Da bi vazda sretna bila!

Mila, kano si nam slavna

Mila si nam ti jedina

Mila, kuda si nam ravna

Mila, kuda si planina!

Teci Dravo, Savo teci

Nit' ti Dunav silu gubi

Sinje more svijetu reci

Da svoj narod Hrvat ljubi

Dok mu njive sunce grije

Dok mu hrašće bura vije

Dok mu mrtve grobak krije

Dok mu živo srce bije!

Português

Oh, bela pátria nossa,

Oh, heróica terra querida

De antigas glórias, herança,

Para sempre feliz sejas!

Querida, nos és gloriosa,

Querida, nos és única.

Querida nos és onde plana,

Querida nos és onde montanha!

Corra Drava,

Corra sava,

O danúbio também te da força,

Oh, azul do mar,

Ao mundo diga,

Que o croata seu povo ama

Até o sol lhe aquecer os campos,

Até o sol lhe aquecer os campos

Até o túmulo lhe acolhem os mortos

Até o coração lhe bater vivo.


SIGNIFICADO DO HINO

Lijepa naša domovino (em português: "A nossa bela Pátria") é o hino nacional da Croácia. Foi o hino da República Socialista da Croácia, e tornou-se no da República da Croácia sobre a declaração de independência em 1991.

A letra original foi escrita por Antun Mihanović e publicada pela primeira vez sob o título Horvatska domovina ("Pátria croata") em 1835. A música foi composta por Josip Runjanin em 1846.

A canção completa foi pontuada e harmonizada por Vatroslav Lichtenegger em 1891, e ela foi feita de acordo com o hino croata no mesmo ano, sob o título "Lijepa naša". Desde então tem vindo a ser conhecida sob o título ligeiramente mais presente e mais alguns pequenos ajustes foram feitos na letra.

Entre 1918 e 1941, Lijepa naša domovino foi feita em conjunto com o Bože pravde (o hino nacional da Sérvia) e Naprej zastava slave (o hino nacional de Eslovénia), como o hino nacional do Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos, depois denominado Jugoslávia.

CAPITAL

Zagreb

MOEDA

Kuna Croata

ARQUIPÉLAGOS

Os Brijuni (Brijuni) ou as Ilhas Brijuni (também conhecidas como Brionian Islands) são um grupo de catorze pequenas ilhas na parte croata do norte do Mar Adriático, separadas da costa oeste da península de Ístria Pelo Estreito Fažana estreito. A maior ilha, Veliki Brijun Island (também conhecida como Brioni Grande ou Veli Brijun), (5,6km ), fica a 2 km da costa. As outras ilhas são Mali Brijun, San Marco, Gaz, Okrugljak, Supin, Supinič, Galija, Grunj, Krasnica (Vanga), Madona, Vrsar, Jerolim e Kozada. Famosa pela sua beleza cênica, as ilhas são um resort de férias e um parque nacional croata.

No lado ocidental de Dubrovnik, nos arredores imediatos, encontra-se o melhor arquipélago de Dubrovnik, chamado Elaphite (em grego, as Ilhas Deer), estreitamente ligado a Dubrovnik e todo o seu passado.

As ilhas são muito bonitas, e parecem ser guardiães constantes do mar e da costa; Eles sempre foram o lar dos valentes capitães e marinheiros da República de Dubrovnik e do presente Dubrovnik.

As ilhas são chamadas Kolocep, Lopud, Sipan, Jakljan e Olip.

O arquipélago Kornati (também conhecido como as ilhas Stomorski) está localizado na parte norte da Dalmácia, a sul de Zadar e a oeste de Šibenik, no condado de Šibenik-Knin. Com 35 quilômetros de comprimento e 140 ilhas, algumas grandes, algumas pequenas, numa área marítima de cerca de 320 quilômetros quadrados, os Kornati são o arquipélago mais denso do Mar Mediterrâneo. De noroeste a sudeste (da ilha de Balabra a Samograd) e de nordeste a sudoeste (de Gangarol a Mana) eles se estendem por 13km. O nome do arquipélago é a forma plural do nome da maior ilha, chamada Kornat.

Paklinski ou as ilhas são uma coleção de calcário ilhas no Mar Adriático, na Croácia Adriático.

Eles estão localizados a algumas centenas de metros ao sul da cidade de Hvar.

Nome

Eles foram designados de acordo Paklina, tipo de pinho resina, que é utilizado na construção naval. Como resultado do dialeto local, distorcendo a palavras "lodo", um grupo chamado "Ilhas do Inferno", embora o nome não tem nada a ver com qualquer "inferno".

Posição

Paklinski estão localizados na parte croata do Mar Adriático, ao longo da costa sudoeste da ilha dálmata central do Hvar. Ele estende-se na direção oeste - leste entre 16 ° 18'36 "e 16 ° 27'12" longitude leste. O ponto mais ocidental do arquipélago está localizado na ilha de Veli Fountain, e o ponto mais oriental da ilha Pokonji Dol. do Norte - trecho Sul é entre 43 ° 10'37 "e 43 ° 08'41" de latitude norte. O ponto mais setentrional do arquipélago está localizado na ponta da Mociguzica na ilha de St. Clement, enquanto o ponto mais ao sul está localizado em uma ilha Stambedru. direção de propagação das ilhas a oeste - leste é 8'36", ou seja, 3 km, com um norte -. Sul 1'56" , ou seja, 1,1 km..

CLIMA

No interior da Croácia, o clima é continental. O inverno é frio com fortes nevadas, no entanto, o verão é muito quente. Ao longo do litoral, o clima é mediterrâneo: inverno suave, verão quente e seco. Inúmeras tormentas de noite durante o verão. A temperatura do mar na Croácia oscila entre 21° C e 25° C, desde junho até finais de setembro.

A temperatura média ao longo da costa é de 5 a 10°C, durante inverno, e de 26 a 30°C durante o verão, com aproximadamente

2.700 horas de sol por ano. A temperatura do mar oscila entre 12°C em fevereiro a 25°C em agosto.

No interior do país, na região de Zagreb e da fronteira oeste, as temperaturas médias variam entre -2 e 5°C no inverno e entre 18 e 30° no verão. Os índices de precipitação são altos, havendo grande quantidade de neve nos meses de frio.

CONDADOS

Condados são um tipo de subdivisão da Croácia que equivale aos Estados brasileiros.

DUCADOS

O país não possui Ducados.

ILHAS

Biševo, Brač, Čiovo, Cres, Drvenik Mali, Drvenik Veliki, Dugi otok, Hvar, Ilovik, Ist, , Kaprije, Koločep, Korčula, Kornat, Krapanj, Krk, Lastovo, Lopud, Lošinj, Male Srakane, Mljet, Molat, Murter, Olib, Pag, Pašman, Premuda, Prvić, Rab, Rava, Rivanj, Sestrunj, Silba, Šipan, Šolta, Susak, Sveti Andrija, Ugljan, Unije, Vele Srakane, Vir, Vis, Vrgada, Žirje, Zlarin e Zverinac.

PRINCIPADOS

O país não possui Principados.

FAUNA

Pelos vales da Eslavônia, o Drava e Danúbio estende um tipo de floresta composta principalmente de carvalho que dá abrigo ao veado, raposa vermelha, corujas comuns, martas e gatos selvagens.

Em altitudes mais elevadas na floresta mista de árvores de pinheiros e faia ainda vivem algumas centenas de ursos pardos convivem com populações de lobos cinzentos, esquilos, e lince.

Entre o Danúbio e Drava, a várzea é o lar de todos os tipos de aves, como garças, biguás, gaivotas e galinhas.

FLORA

Na costa do Adriático, a floresta mediterrânica mangustos anfitriões, falcões peregrinos e Whitethroat grande. Finalmente, no Adriático leito marinho é garoupa, corais vermelhos, castanholas e vários tipos de sargo.

RELEVO

O seu relevo apresenta colinas a Norte e Nordeste, planícies, lagos, litoral rochoso no Mar Adriático (mar que banha a Croácia) e montanhas densamente cobertas por florestas.

HIDROGRAFIA

Banhado pelo mar Adriático, o litoral croata é bastante recortado, com penínsulas, baías e mais de 1 000 ilhas que formam uma paisagem semelhante à da costa grega.

Principais rios: rio Mura, rio Drava, rio Sava, rio Kupa, rio Korana, rio Cetina e rio Zrmanja.

Lagos: Omladinsko jezero e lagos de Plitvice.

SUBDIVISÕES

Regiões

Condados

Cidades

Distritos

Municípios

Croácia Central

Bjelovar-Bilogora

Bjelovar, Čazma, Daruvar, Garešnica e Grubišno Polje.

O Condado não possui Distritos.

Berek Dežanovac, Đulovac, Hercegovac, Ivanska, Kapela, Končanica, Nova Rača, Rovišće, Severin, Sirač, Šandrovac, Štefanje, Velika Pisanica, Veliki Grđevac, Veliko Trojstvo, Velika Trnovitica e Zrinski Topolovac.

A Cidade não pertence a nenhum Condado.

Cidade de Zagreb

Brezovica, Črnomerec, Donja Dubrava, Donji Grad, Gornja Dubrava, Gornji Grad - Medveščak, Maksimir, Novi Zagreb - istok, Novi Zagreb - zapad, Peščenica - Žitnjak, Podsljeme, Podsused - Vrapče, Sesvete, Stenjevec, Trešnjevka - jug, Trešnjevka - sjever e Trnje.

A Cidade não possui Municípios.

Condado

Descrição

Condado de Zagreb

Zagreb (pronúncia em croata: ou, na sua forma portuguesa, Zagrebe é a capital e maior cidade da Croácia. Localizada entre a margem do rio Sava e a encosta do monte Medvednica, situa-se 120 metros acima do nível do mar, nas coordenadas 45°48′N 15°58′E. Uma encruzilhada entre a Europa Central e o Mar Adriático, Zagreb concentra indústria, instituições científicas, órgãos administrativos nacionais e ministérios.

Condados

Cidades

Municípios

Karlovac

Duga Resa, Karlovac, Ogulin, Slunj e Ozalj.

Barilović, Bosiljevo, Cetingrad, Draganić, Generalski Stol, Josipdol, Kamanje, Krnjak, Lasinja, Netretić, Plaški, Rakovica, Ribnik, Saborsko, Tounj, Vojnić e Žakanje.

Koprivnica-Križevci

Đurđevac, Koprivnica e Križevci.

Đelekovec, Drnje, Ferdinandovac, Gola, Gornja Rijeka, Hlebine, Kalinovac, Kalnik, Kloštar Podravski, Koprivnički Bregi, Koprivnički Ivanec, Legrad, Molve, Novigrad Podravski, Novo Virje, Peteranec, Podravske Sesvete, Rasinja, Sokolovac, Sveti Ivan Žabno, Sveti Petar Orehovec e Virje.

Krapina-Zagorje

Donja Stubica, Klanjec, Krapina, Oroslavje, Pregrada, Zabok e Zlatar.

Bedekovčina, Budinščina, Desinić, Đurmanec, Gornja Stubica, Hrašćina, Hum na Sutli, Jesenje, Konjščina, Kraljevec na Sutli, Krapinske Toplice, Kumrovec, Lobor, Mače, Marija Bistrica, Mihovljan, Novi Golubovec, Petrovsko, Radoboj, Stubičke Toplice, Sveti Križ Začretje, Tuhelj, Veliko Trgovišće, Zagorska Sela e Zlatar Bistrica.

Međimurje

Čakovec, Mursko Središće e Prelog.

Belica, Dekanovec, Domašinec, Donja Dubrava, Donji Kraljevec, Donji Vidovec, Goričan, Gornji Mihaljevec, Kotoriba, Mala Subotica, Nedelišće, Orehovica, Podturen, Pribislavec, Selnica, Strahoninec, Sveta Marija, Sveti Juraj na Bregu, Sveti Martin na Muri, Šenkovec, Štrigova e Vratišinec.

Sisak-Moslavina

Glina, Hrvatska Kostajnica, Kutina, Novska, Petrinja e Sisak.

Donji Kukuruzari, Dvor, Gvozd, Hrvatska Dubica, Jasenovac, Lekenik, Lipovljani, Majur, Martinska Ves, Popovača, Sunja, Topusko e Velika Ludina.

Varaždin

Ivanec, Lepoglava, Ludbreg, Novi Marof, Varaždin e Varaždinske Toplice

Bednja, Beretinec, Breznički Hum, Breznica, Cestica, Donja Voća, Donji Martijanec, Gornji Kneginec, Jalžabet, Klenovnik, Ljubešćica, Mali Bukovec, Maruševec, Petrijanec, Sračinec, Sveti Đurđ, Sveti Ilija, Trnovec Bartolovečki, Veliki Bukovec, Vidovec, Vinica e Visoko.

Dalmácia

Dubrovnik-Neretva

Dubrovnik, Korčula, Metković, Opuzen e Ploče.

Blato, Dubrovačko primorje, Janjina, Konavle, Kula Norinska, Lastovo, Lumbarda, Mljet, Orebić, Pojezerje, Slivno, Smokvica, Ston, Trpanj, Vela Luka, Zažablje e Župa dubrovačka.

Šibenik-Knin

Drniš, Knin, Skradin, Šibenik e Vodice.

Bilice, Civljane, Ervenik, Kijevo, Kistanje, Promina, Biskupija, Pirovac, Primošten, Rogoznica, Ružić, Tribunj, Tisno, Murter-Kornati e Unešić.

Split-Dalmácia

Hvar, Imotski, Kaštela, Komiža, Makarska, Omiš, Sinj, Solin, Split, Stari Grad, Supetar, Trilj, Trogir, Vis, Vrgorac e Vrlika.

Baška Voda, Bol, Brela, Cista Provo, Dicmo, Dugi Rat, Dugopolje, Gradac, Hrvace, Jelsa, Klis, Lećevica, Lokvičići, Lovreć, Marina, Milna, Muć, Nerežišća, Okrug, Otok, Podbablje, Podgora, Podstrana, Postira, Prgomet, Primorski Dolac, Proložac, Pučišća, Runovići, Seget, Selca, Sućuraj, Sutivan, Šestanovac, Šolta, Tučepi, Zadvarje, Zagvozd e Zmijavci.

Zadar

Benkovac, Biograd na Moru, Nin, Obrovac, Pag e Zadar.

Gračac, Bibinje, Galovac, Jasenice, Kali, Kukljica, Lišane Ostrovičke, Novigrad, Pakoštane, Pašman, Polača, Poličnik, Posedarje, Povljane, Preko, Privlaka, Ražanac, Sali, Stankovci, Starigrad, Sukošan, Sveti Filip i Jakov, Škabrnja, Tkon, Vir e Zemunik Donji.

Eslavônia

Brod-Posavina

Nova Gradiška e Slavonski Brod.

Bebrina, Brodski Stupnik, Bukovlje, Cernik, Davor, Donji Andrijevci, Dragalić, Garčin, Gornja Vrba, Gornji Bogićevci, Gundinci, Klakar, Nova Kapela, Okučani, Oprisavci, Oriovac, Podcrkavlje, Rešetari, Sibinj, Sikirevci, Slavonski Šamac, Stara Gradiška, Staro Petrovo Selo, Velika Kopanica, Vrbje e Vrpolje.

Osijek-Baranja

Beli Manastir, Belišće, Donji Miholjac, Đakovo, Našice, Osijek e Valpovo.

Antunovac, Bilje, Bizovac, Čeminac, Čepin, Darda, Draž, Donja Motičina, Drenje, Đurđenovac, Erdut, Ernestinovo, Feričanci, Gorjani, Jagodnjak, Kneževi Vinogradi, Koška, Levanjska Varoš, Magadenovac, Marijanci, Podravska Moslavina, Petlovac, Petrijevci, Podgorač, Punitovci, Popovac, Satnica Đakovačka, Semeljci, Strizivojna, Šodolovci, Trnava, Viljevo, Viškovci, Vladislavci e Vuka.

Požega-Eslavônia

Kutjevo, Lipik, Pakrac, Pleternica e Požega.

Brestovac, Čaglin, Jakšić, Kaptol e Velika.

Virovitica-Podravina

Orahovica, Slatina e Virovitica.

Crnac, Čačinci, Čađavica, Gradina, Lukač, Mikleuš, Nova Bukovica, Pitomača, Sopje, Suhopolje, Špišić Bukovica, Voćin e Zdenci.

Vukovar-Syrmia

Ilok, Otok, Vinkovci, Vukovar e Županja.

Andrijaševci, Babina Greda, Bogdanovci, Borovo, Bošnjaci, Cerna, Drenovci, Gradište, Gunja, Ivankovo, Jarmina, Lovas, Markušica, Negoslavci, Nijemci, Nuštar, Privlaka, Stari Jankovci, Stari Mikanovci, Štitar, Tompojevci, Tordinci, Tovarnik, Trpinja, Vođinci e Vrbanja.

Ístria, costa norte

Ístria

Buje, Buzet, Labin, Novigrad, Pula, Pazin, Poreč, Rovinj, Umag e Vodnjan.

Bale, Barban, Brtonigla, Cerovlje, Fažana, Funtana, Gračišće, Grožnjan, Kanfanar, Karojba, Kaštelir-Labinci, Kršan, Lanišće, Ližnjan, Lupoglav, Marčana, Medulin, Motovun, Oprtalj, Pićan, Raša, Sveta Nedelja, Sveti Lovreč, Sveti Petar u Šumi, Svetvinčenat, Tar-Vabriga, Tinjan, Višnjan, Vižinada, Vrsar e Žminj.

Lika-Senj

Gospić, Novalja, Otočac e Senj.

Brinje, Donji Lapac, Karlobag, Lovinac, Perušić, Plitvička jezera, Udbina e Vrhovine.

Primorje-Gorski Kotar

Abácia, Rab, Búcare, Cástua, Querso, Cirqueniza, Čabar, Delnice, Rijeka, Lussimpícolo, Novi, Porto Rei, Vélia e Verbosco.

Bascanova, Brod Moravice, Castelomusco, Cervi, Clana, Comuna do Vale do Vinho, Costrena, Dobrinho, Fužine, Laurana, Loque, Malinsca, Matúlie, Mrkopalj, Ponte, Ravna gora, São Vicente, Skrad, Vale Santamarina, Verbenico e Zaule.


VEGETAÇÃO

Floresta mediterrânea, e floresta de folhas caducas (são aquelas que com a chegada do inverno começam a cair).

IDIOMAS

A língua bósnia é a norma culta de uma variante do servo-croata usado principalmente pelos bósnios. O bósnio é uma das três línguas oficiais da Bósnia e Herzegovina, junto com o croata e o sérvio, e também uma língua regional ou minoritária reconhecida oficialmente na Sérvia, Montenegro, e na República do Kosovo.

Os bósnios usam ambos os alfabetos, o latino e o cirílico, com o latino sendo usado no cotidiano. É notável dentre as variedades do servo-croata o número de palavras emprestadas do árabe, turco otomano e do persa, principalmente devido a interação da língua com estas culturas através das ligações com o Islã.

O bósnio é baseado no muito difundido dialeto servo-croata, shtokaviano, mais especificamente no herzegovino oriental, que é também a base do croata, sérvio, e montenegrino. Até a dissolução da Iugoslávia, elas foram tratadas como uma única língua servo-croata, e este termo é ainda usado em inglês para classificar a base comum (vocabulário, gramática e sintaxe) do que são hoje, oficialmente, quatro línguas nacionais, embora este termo seja polêmico para os falantes nativos, e paráfrases como "Servo-Croata-Bósnio" (SCB) ou "Bósnio-Croata-Sérvio" (BCS) são algumas vezes usadas em vez disso, especialmente em círculos diplomáticos.

O idioma croata é falado predominantemente na Croácia, sendo também encontrado em outras nações das proximidades. Do ponto de vista linguístico, assemelha-se ao sérvio; ambas as línguas podem ser consideradas variantes padronizadas de um mesmo idioma em comum: a língua servo-croata.

A língua dálmata ou dalmática é um idioma românico extinto, considerado por alguns linguistas como a ponte entre o italiano e o romeno e o representante de um conjunto de línguas românicas que se perderam.

Era falada ao longo da costa da Dalmácia e distinguiam-se dois dialetos principais:

O setentrional (também dito velhoto);

O meridional.

O último falante do dialeto setentrional, Tuone Udaina, foi entrevistado no fim do século XIX pelo linguista Matteo Bartoli, que estudou o dialeto e publicou um trabalho a respeito em alemão, Das Dalmatische.

Hoje, a palavra dálmata designa o dialeto croata também chamado “čakaviano-ikaviano”, falado na Dalmácia que compreende muitas palavras italianas e alemãs. Este dialeto e a original língua dálmata (chamada dalmático) não devem ser confundidos entre si, posto que não há ligação alguma entre os dois.

Muito pouco ou nada se sabe sobre a maioria das variedades dialetais do dalmático, exceto por uns poucos préstimos procedentes dos dialetos croatas da região. Há evidências que falam de dois dialetos separados no tempo por mais de 500 anos:

Meridional, com frequência denominado “ragusano” (do nome italiano de Dubrovnik, Ragusa), é conhecido graças a uns poucos textos breves, entre eles as duas cartas de 1325 e 1397 respectivamente e um grupo de textos medievais em uma língua que não é puramente dalmática, sendo que reflete uma clara influência do dialeto veneziano. Estes textos extão recolhidos em Bartoli junto com quatro palavras do dalmático (pen "pão", eta "pai", chesa "casa", fachir "fazer") citadas pelo italiano Filippo Diversi (diretor de uma escola em Dubrovnik na década de 1430), além de umas poucas palavras e frases procedentes de outras fontes. O fato de que em 1472 o senado da cidade-Estado de Ragusa decidir que a partir dessa data os debates se desenvolveriam exclusivamente na língua veteri ragusea (ragusano antigo), assim como a proibição do uso do eslavo (lingua sclava), isto é, o croata, parece indicar que a língua ainda estava viva e que também se sentia ameaçada. É provável que em Dubrovnik e em algumas cidades vizinhas onde a língua havia resistido até esta data, ela desapareceria no decorrer do [[século XVI.

Setentrional, frequentemente conhecido como “veglioto”, derivado do nome italiano (Veglia) da ilha de Krk, no norte do mar Adriático, na frente da costa oriental da península de Ístria, está relativamente bem documentado.

O triestino é um dialeto da língua vêneta falado na cidade de Trieste e fortemente influenciado por um substrato de friulano, o extinto dialeto tergestino.

A língua húngara ou magiar é um idioma pertencente ao grupo fino-úgrico da família das línguas urálicas, sendo de todas a mais amplamente falada, superando 14 milhões de falantes.

É também a mais falada das línguas não indo-europeias na Europa. O húngaro é a língua oficial da Hungria, uma das 24 línguas oficiais da União Europeia, e é falado também por comunidade de etnia magiar em sete países vizinhos, especialmente na Romênia, Eslováquia e Sérvia.

Os principais dialetos húngaros incluem:

Grupo Ocidental: a oeste do Danúbio.

Grupo Setentrional: onde se encontram os dialetos palóc, estendendo-se da linha Nyitra-Szolnok-Kassa até o norte.

Grupo Meridional: que engloba os dialetos em uso ao sul e a leste do Danúbio, a região de Szeged e a Grande Planície Húngara.

Grupo Oriental: que engloba os dialetos a leste da linha Tisza-Kőrös, os arredores do curso do rio Kőrös e os assentamentos ocidentais e norte-ocidentais da Romênia.

Grupo Norte-Oriental: próximo à fronteira com a Ucrânia.

A língua istriota é uma língua românica falada na costa oeste da península de Ístria, especialmente nas cidades de Rovinj (it. Rovigno) e Vodnjan (Dignano), na parte superior do mar Adriático, na Croácia.

Os seus falantes nunca empregam o nome "istriota", senão que tem seis denominações, segundo a cidade de onde vem o falante (em Dignano chama-se "bumbaro", em Bale (it. Valle) "vallese", em Rovinj rovignese, em Šišan sissanese, em Fažana fasanese e em Galižana gallesanese). O nome "istriota" foi proposto pelo linguista de língua italiana, nascido no Império Austro-Húngaro, Graziadio Isaia Ascoli, no século XIX.

Atualmente conserva ainda cerca de 1000 falantes e por isto considera-se uma língua em perigo de extinção.

A língua istrorromena é um língua românica, derivada da língua romena, falada na península da Ístria, em torno do monte Maggiore, nas proximidades de Rijeka (em italiano: Fiume), na Croácia. Não conta com uma tradição literária, apesar da publicação, em 1905, de um Calendaru lu rumeni di Istrie ("Calendário dos romenos da Istria") e de alguns textos populares e poemas.

Rusyn (autodeniminado русиньска бесїда ou русиньскый), também chamado de ruteno (em referência à Rutênia) e russino, é uma variante linguística eslava oriental falada pelos rutenos da Europa Central. Alguns lingüistas não a consideram uma variante, mas um língua separada que tem seu próprio código ISO 639-3, ao passo que outros a consideram como um dialeto da língua ucraniana. Trata-se de um assunto contemporaneamente controverso, e ambos os entendimentos possuem evidentes implicações políticas.

Dialetos

A Língua Carpato Rusyn se divide conforme se segue:

Nome

Área

Anotação

Hutsul

nas areas montanhosas dos distritos de Suceava e Maramures da Romênia, no extremoe sul do Oblast de Ivano-Frankivsk da Ucrânia, também em partes do Oblast de Chernivtsi e do Oblast de Transcarpátia, ambos na Ucrânia|Transcarpathian]]) e nas encostas norte dos Montes Cárpatos.


Boyko

Área norte dos Cárpatos no Oblast de Lviv e de Ivano-Frankivsk da Ucrânia. Pode ser encontrado ainda ao longo da fronteira na voivodia da Subcarpácia da Polônia.

Lemko

Fora da Ucrânia, em Prešov (região) da Eslováquia, lado sul dos montes Cárpatos. Antes era no lado norte das mesmas montanhas, no que ´´e hoje o sudoeste da Polônia, antes da “Operação Vístula”, hoje habitada por diversas comunidades que estavam no norte da Polônia.

Sendo revivido, na Polônia com o status de língua de minorias. Um jornal, o “Karpatska Rus”, vem sendo publicado desde 1939.

Rusyn Doliniano

Oblast de Transcarpátia da Ucrânia.


Rusyn Subcarpátio

Rusyn Pryashiv

Prešov (região) (emn Rusyn: "Пряшів" ) da Eslováquia e em comunidades de emigrados nos Estados Unidos.

Rusyn de Panônia

Noroeste da Sérvia e leste da Croácia.

Uma das línguas oficiais da Província Autônoma Sérvia de Voivodina.

Bačka

Boiko, Hutsul, Lemko e Dolinian são por vezes considerados como dialetos do ucranianos, bem como seus falantes são considerados ucranianos.

A língua servo-croata, ou serbo-croata, é uma língua eslava falada principalmente na Sérvia, em Montenegro, na Croácia e na Bósnia e Herzegovina por pouco menos de 20 milhões de pessoas. Seus códigos ISO 639 são sh, scr e scc.

É composta por um diassistema, dividido em duas línguas principais:

A língua croata, que usa o alfabeto latino

A língua sérvia, que usa dois alfabetos: o alfabeto cirílico e o alfabeto latino

A Iugoslávia era um verdadeiro caldeirão de misturas: dois alfabetos, três línguas oficiais, três religiões predominantes, quatro etnias e seis repúblicas. Com sua dissolução se produziu uma simplificação notável no sentido de que cada nova entidade se identificou com um Estado determinado, seja, Sérvia, Croácia, Bósnia e Herzegovina ou República da Macedónia. Apesar de tudo, as dificuldades em todos os níveis nesta região dos Bálcãs persistem. Inclusive no aspecto linguístico.

A Sérvia entrou num período de estagnação após a derrota sofrida ante os invasores turcos-otomanos em 1389 e só a Igreja Ortodoxa manteve a aprendizagem da literatura viva. A língua da Igreja e a ortografia baseada no alfabeto cirílico influíram notavelmente nos escritos seculares, tanto na Sérvia, dominada pelos turcos, quanto na Voivodina, pelos húngaros.

A partir de 1700, ambas as nações entram na esfera do Império Austro-Húngaro, originando-se uma literatura um tanto ambígua em suas normas e inteligível somente para os que conheciam a língua da Igreja. Enquanto isso, os croatas, ligados administrativamente e pela religião católica com os países europeus a norte e a oeste, cultivaram a literatura em línguas vizinhas e em sua própria. Os escritores da costa do Adriático utilizaram o latim e o italiano assim como os dialetos de Dubrovnik e Split; em troca os que viviam no norte da Croácia usavam o alemão, o húngaro, o latim e seus dialetos locais. A ortografia era principalmente latina, traduzindo os sons não latinos por meio do húngaro ou de convencionalismos gráficos semi-italianos. Como na Croácia se manifestam as maiores diferenças dialetais de todo o território do servo-croata, há grandes diferenças entre o escrito em Zagreb ou Varazdin no norte e o escrito na costa do Adriático.

Não obstante os croatas também têm uma tradição da Igreja Eslava, pois as regiões costeiras e insulares mantiveram a liturgia, contra a vontade da hierarquia, em textos eslavos escritos em alfabeto glagolítico, prática mantida na ilha de Krk. O glagolítico serviu também como veículo secular e os croatas desenvolveram caracteres de forma e cursivos peculiares.

Dialetos

O termo “servo-croata” é mais usual em âmbitos acadêmicos e era muito utilizado na ex-Iugoslávia. Não obstante, paralelamente a esta denominação, encontramos termos alternativos como croata-sérvio, e croata e sérvio, frequentes entre os linguistas croatas. Os falantes desta língua, dependendo de sua origem étnica, fazem menção à mesma como croata ou sérvio.

Os dialetos servo-croatas se dividem em três grupos: Kajkaviano ou ekaviano, que se subdivide em seis subdialetos. Seu uso se concentra no norte da Croácia, em torno de Zagreb, e compartilha vários termos com o esloveno. Cakaviano, que é falado na Ístria, na costa dálmata e nas ilhas adriáticas; corresponde-se com o ekaviano e com o ikaviano, ou uma mistura de ambos e também se subdivide em seis subdialetos. Stokaviano, dialeto principal, que pode se corresponder tanto com o (i)jekaviano, ekaviano e ikaviano; este dialeto apresenta onze subdivisões e seu uso se localiza no resto da Croácia, Bósnia e Herzegovina e Sérvia e Montenegro. Os dialetos stokavianos podem dividir-se, a partir de um outro ponto de vista, em dois grandes blocos: o neosokaviano e o sokaviano antigo.

Para simplificar, poderíamos dizer que existem duas formas de se classificar os dialetos servo-croatas: A primeira toma como referência o pronome relativo interrogativo (sto, cak e kaj), enquanto a segunda toma como referência~a evolução da vogal proto-eslava jat. De acordo com esse critério caso se preserve o som original je (ou o grupo ije), diz-se que é uma variante (i)jekaviana; se passa a ser e, trata-se de uma variante ekaviana; se passa a “ser”i, trata-se de uma ikaviana. Por exemplo, tomemos a palavra estrela: em ijekaviano é zvijezda, em ekaviano é zvezda e em ikaviano é zvizda. Grosso modo, pode afirmar-se que todos os idiomas eslavos pertencem a uma variante ou outra. Os extremos opostos seriam o russo (fortemente jekaviano), e o esloveno (fortemente ekaviano). O ucraniano apresenta uma notável tendência ikaviana, como se pode observar no seguinte exemplo: russo (pronunciado) mjesto, esloveno mesto, ucraniano misto. Os idiomas centrais (eslovaco, tcheco e polonês) são de tendência jekaviana. A peculiaridade do servo-croata é que, dentro do mesmo idioma, observam-se as três tendências.

Em termos gerais, pode afirmar-se que os croatas falam dialetos kajkavianos, cakavianos e stokavianos, enquanto os sérvios, montenegrinos, bósnios e muçulmanos só falam dialetos stokavianos. A língua literária servo-croata baseia-se no dialeto (i)jekaviano neostokaviano da Herzegovina oriental.

O vêneto ou véneto ou veneziano (na variante brasileira, também denominada talian) é uma língua românica falada por cerca de cinco milhões de pessoas, principalmente na região do Vêneto na Itália. A língua é chamada localmente de vèneto (veneto em italiano); a variante falada em Veneza é chamada alternativamente de venezsiàn, venesiàn, venexiano ou veneziano. Ainda que geralmente referido como um dialeto italiano (diałeto, dialeto em italiano), mesmo por seus falantes, ele mostra notáveis diferenças estruturais do italiano. Pertence ao grupo itálico do norte dentro das línguas românicas. Sua variante é chamada no Brasil talian.

Em 28 de março de 2007, o Conselho Regional do Vêneto oficialmente reconheceu a existência da língua vêneta (Łéngua Vèneta) pela aprovação com vasta maioria da lei sobre a "tutela e valorizzazione della lingua e della cultura veneta" com os votos dos partidos da situação e da oposição.

O vêneto pode ser diferenciado do italiano veneziano, o dialeto do italiano influenciado pelas características venezianas locais, que também é falado na região. Compare:

Vêneto: Marco el xe drio rivar ("Marco está chegando")

Italiano veneziano: Marco (el) sta rivando

Italiano padrão: Marco sta arrivando

O vêneto também não deveria ser confundido com o venético, também chamado de vêneto, língua também indo-europeia, porém aparentemente sem parentesco (e já extinta) que era falada na região do Vêneto por volta do século VI a.C..

CULINÁRIA

A culinária da Croácia é baseada em sua história de grandes transformações culturais, principalmente após sua independência ter sido decretada em 1990, após o fim da antiga Iugoslávia.

Sua população tem como base de sua alimentação a dieta mediterrânea, rica no consumo de azeites, erva e cítricos, ingredientes que harmonizam e dão sabor aos pratos. Também é notável o consumo de massas, queijos e carnes, devido à influência dos vizinhos italianos.

Entre seus pratos típicos, temos o Pokolt (um guisado com molho de pimenta vermelha); Brudet (Ensopado de peixes preparados em cumbucas) Prstaci(amêndoas); Kulen (uma espécie de salsicha seca picante); frango recheado assado, acompanhado de compota de marmelo, entre outros.

Entre os doces, podemos destacar os Atrukli (rolos de massa recheados de queijo, ovos e natas), doces com mel, tarte macarana (feita com ovos, amêndoas e embebida com licor), orehnjaca (massa folhada de nozes) e makovnjaca (massa folhada com sementes de papoula).

Quando o assunto são as bebidas, os destaques são os vinhos da terra (tintos e brancos de grande qualidade), aguardentes de ameixa e azeitona e o Maraschino (obtido através da essência dos frutos maduros da cereja maraska e das folhas dos seus ramos).

RELIGIÕES

Cristianismo 95,2% (católicos 88,5%, outros 6,8%), outras 2,4%, sem religião e ateísmo 2,4%.

POLÍTICA

Desde a adopção da constituição de 1990, a Croácia é uma república democrática. Em 2000, abandonou o sistema de governo semipresidencialista em favor do parlamentarismo.

A Croácia é membro das Nações Unidas, do Conselho da Europa, da OSCE, da Parceria para a Paz e outras organizações.

O presidente da República (Predsjednik) é o chefe de Estado e é eleito para mandatos de cinco anos. Além de ser o comandante-em-chefe das forças armadas, o presidente tem o dever de nomear o primeiro-ministro com consentimento do parlamento, e alguma influência na política externa.

O parlamento da Croácia (Sabor) é um corpo legislativo unicameral com até 160 deputados, todos eleitos por voto popular para mandatos de quatro anos. As sessões plenárias do Sabor têm lugar de 15 de Janeiro a 15 de Julho e de 15 de Setembro a 15 de Dezembro.

O governo da Croácia (Vlada), chefiado pelo primeiro-ministro, é integrado por dois vice-primeiros-ministros e 14 ministros encarregues de sectores particulares de atividade. O ramo executivo é responsável por propor legislação e um orçamento, por executar as leis, e por determinar as políticas externa e interna da República.

A Croácia tem um sistema judicial de três níveis, que consiste de um Supremo Tribunal, tribunais de condado e tribunais municipais. O Tribunal Constitucional decide sobre matérias relacionadas com a constituição.

TURISMO

A Croácia recebe mais de 800 cruzeiros turísticos em seus portos nas principais cidades costeiras e nas 1.185 ilhas do país, e isso apenas no verão. Ao longo dos 1.778 quilômetros de extensão de sua costa, iates de europeus endinheirados disputam palmo a palmo um espaço no mar de água verde/azul-turquesa cristalina, enquanto locais bem vestidos passam o tempo entre cafés estilosos e butiques em alguma das diversas “old towns”.

A descrição acima caberia bem a qualquer trecho do litoral grego ou à Costa Amalfitana, na Itália, mas se aplica igualmente à Croácia, que começa a atrair os brasileiros aos poucos, mas que há pelo menos uma década ganhou o título de a “melhor praia da Europa”. A primeira explicação está na localização: com o Mar Adriático em seu quintal, foi preciso apenas remodelar cidades já atrativas como Dubrovinik e Split para atrair os euros dos europeus com gostos mais refinados. Outro motivo é que, apesar de mais cara que outros países do centro-leste europeu, a Croácia ainda cobra preços convidativos para quem está acostumado a curtir férias em Ibiza ou Santorini. O mar é o grande cartão-postal desse país, mas dê uma chance ao conjunto de lagos que forma o parque nacional de Plitvice Lakes ou à culturalmente rica capital Zagreb para sentir um pouco do que tem a oferecer essa ex-nação da Iugoslávia que se tornou uma das maiores potências turísticas do continente.

A COSTA DÁLMATA

Um passeio que vem ganhando muitos fãs na Croácia é o cruzeiro pela costa do Adriático. Desde o arquipélago de Zadar até Dubrovnik, ao sul, passando pelo paraíso do windsurfe em Brac e as montanhas e casas históricas de Hvar, Vis, Mljet e Jelsa, o turista fica mesmerizado com o belo espetáculo de ilhas rochosas, belo mar, história e natureza. Há ferries que ligam cada uma das ilhas e há boas pousadas em boa parte delas.

COMO CHEGAR

Não há voos diretos entre o Brasil e a Croácia. No entanto, cidades como Dubrovnik, Zagreb e Split são acessíveis através de conexões feitas em boa parte das grandes capitais europeias que tem voos para o Brasil. Este é o caso de serviços oferecidos por Lufthansa e British, as duas mais convenientes e rápidas, e também Tap, KLM e Turkish.

Por terra, cidades como Zagreb estão ligadas a cidades turísticas importantes do centro da Europa como Budapeste (6 horas de viagem), Viena (6h40) e Munique (8h30), com reservas feitas através da DB Bahn.

Chegar de carro também é uma excelente opção, principalmente para aqueles que planejam conhecer lugares mais isolados, incluindo a Eslovênia. O aluguel de carro dentro e fora da Croácia é muito simples e as estradas são, no geral, bem mantidas e sinalizadas. Na hora de cruzar a fronteira haverá uma checagem de passaporte e aduana e também será necessário pagar a taxa de pedágio, que pode ser feita em euros, kuna ou mesmo em cartão de crédito.

COMO CIRCULAR

A Croatian Airlines é a companhia com mais voos e serviços entre os principais destino dentro da Croácia. Por terra, uma das melhores e mais baratas alternativas são viagens de trem com a companhia nacional. Os trens são razoavelmente modernos, pontuais e seguros, mas as frequências são um pouco irregulares.

Com uma malha com boa cobertura, várias saídas e preços igualmente razoáveis, os ônibus são talvez a melhor forma de circular pelo país. Algumas das companhias que operam na região são a Croatia Bus, Autotrans Rijeka e Autobusni promet Varazdin.

ECONOMIA

A economia da Croácia baseia-se fundamentalmente no serviços variados e indústria, em especial dos setores químico, naval e metal-mecânico. O turismo é uma grande fonte de receitas. O produto interno bruto per capita de 2008, em termos de paridade de poder de compra, foi de 18.575 dólares americanos, ou 63,2% da média da União Europeia, segundo o Eurostat.

A economia croata é pós-socialista. No fim dos anos 80, no início do processo de transição económica, a sua posição era favorável mas foi fortemente prejudicada pela guerra, essa terminada em 1995.

Os problemas principais incluem o desemprego estrutural e uma quantidade de reformas económicas considerada insuficiente por alguns economistas, pois que enfrenta resistência pública. Particularmente preocupante é o sistema judicial antiquado, em especial no que diz respeito à posse das terras estatizadas no período comunista. Contudo, tais problemas vêm sendo alvo de grande mobilização no sentido de serem resolvidos por reformas legais ocorridas no âmbito das negociações para a entrada do país na União Europeia.

Mesmo assim, o país tem vindo a experimentar um crescimento económico rápido em preparação de uma adesão à União Europeia, que já é o seu principal parceiro comercial, sendo, sua economia, considerada pelo Fundo Monetário Internacional como uma economia desenvolvida (high-income).

ETINIAS

Croatas 78,5%, sérvios 12,5%, húngaros, eslovenos, iugoslavos e outros 9%.

INDÚSTRIA

Setores químico, naval e metal-mecânico.

PECUÁRIA

As criações incluem bovino, gado, ovelhas e porcos, principalmente nas zonas montanhosas.

COLONIZAÇÃO

A Croácia surgiu na forma de um ducado no século VII e, posteriormente, como um reino no século X. Nos dez séculos seguintes, manteve-se como um Estado distinto, com um governante (ban) e um parlamento, mas obediente a reis e imperadores de diversas potências vizinhas, em especial a Hungria e a Áustria. O período entre os séculos XV e XVII foi marcado por conflitos amargos com o Império Otomano. Incorporada à Iugoslávia durante boa parte do século XX, a Croácia recuperou a sua independência em 1991.

Período pré-eslavo

O território conhecido hoje como Croácia é habitado desde a Pré-História. Escavações arqueológicas evidenciaram vestígios ósseos de neandertais, datados do Paleolítico Médio, por toda região norte da Croácia e com o sitio mais bem preservado em Krapina. Remanescentes de várias culturas Neolíticas e da Idade do Cobre foram encontradas por todas as regiões do país. Os diversos vales de rios existentes na região norte do país, aglomeram a maior quantidade de sítios arqueológicos e seus habitantes são representados pelas culturas Starčevo, Vučedol e Baden. A Idade do Ferro deixou traços antigos da cultura Ilíria Hallstatt e a Celta La Tène.

Posteriormente, a área foi habitada pelos Ilírios e Liburnianos, enquanto as primeiras colônias Gregas se estabeleciam nas ilhas de Vis e Hvar.

Províncias Romanas da Panônia e Dalmácia

Dalmácia era a região norte do reino da Ilíria entre os séculos IV e III a.C., quando eclodem as Guerras Ilíricas. Em 168 a.C. a República Romana estabeleceu seu protetorado ao sul do rio Neretva. A região norte ao Neretva foi sendo assimilada vagarosamente, até ser incorporada como Província de Ilírico entre 32-27 a.C.

A partir de então, a região da Dalmácia se tornou parte da Província de Ilírico. Entre os anos 6 e 9 d.C., os dálmatas realizaram uma série de revoltas junto com os panônios, mas quando foi finalmente esmagada, no ano 10 a província de Ilírico foi dividida em duas: as províncias da Panônia e Dalmácia.

A província da Dalmácia se expandiu por terra cobrindo todos os Alpes Dináricos e a região ocidental da costa Adriática. Também foi onde nasceu o Imperador Diocleciano, que quando se retirou do poder em 305, construiu um grande palácio perto de Salona, onde desenvolveria a cidade de Split.

Após o colapso do Império Romano do Ocidente em 476, com o início do período de migrações, Júlio Nepos governou brevemente seu diminuto domínio do Palácio de Diocleciano, após sua fuga da Itália em 476.

Então a região passaria a ser ocupada pelos Ostrogodos até 535, quando Justiniano adicionou o território ao Império Bizantino. Depois, os bizantinos formariam a Tema da Dalmácia no mesmo território.

O período romano se encerra com as invasões dos Ávaros e Croatas nos séculos VI e VII, destruindo muitas das cidades romanas. Romanos sobreviventes retrocederam para locais mais favoráveis na costa, ilhas e montanhas. A cidade de Ragusa foi fundada pelos sobreviventes de Epidauro.


O Estado medieval croata (até 1102)

Tribos eslavas, dentre elas os croatas, chegaram ao que são hoje a Croácia e a Bósnia e Herzegovina no século VII. Os croatas organizaram-se em dois ducados: o Ducado Panônio, no norte, e o Ducado Dálmata, ao sul. A evangelização dos croatas foi concluída no século IX.

O primeiro governante croata a ser reconhecido pelo papa foi o duque Branimir, a quem o Papa João VIII atribuiu o título de duque da Croácia (dux chroatorum) em 879.

O primeiro rei da Croácia, Tomislau, da dinastia Tripimirovic, foi coroado em 925. Tomislau, rei da Croácia (rex chroatorum), uniu os ducados panônio e dálmata, estabeleceu um Estado de proporções consideráveis, o Reino da Croácia, e derrotou o tsar búlgaro Simão I em uma grande batalha na fronteira dos dois reinos, na região da Bósnia. O Reino da Croácia atingiu o seu auge durante o reinado do rei Pedro Cresimiro IV (1058-1074).

Com a extinção da dinastia local no fim do século XI, na Batalha do Monte Gvozd, os croatas reconheceram Colomano, rei da Hungria, como soberano, no que constituiu uma união pessoal, formalizada por tratado de 1102 (chamado Pacta Conventa).

A União Pessoal com a Hungria (1102-1526)

As conseqüências da união pessoal incluiram o surgimento do feudalismo na Croácia e a ascensão de famílias nobres locais como a de Frankopan e a de Šubić. Nessa época, o governador das províncias da Croácia era intitulado Ban.

Os príncipes de Bribir, da família de Šubić, tornaram-se particularmente influentes, com controle sobre grandes áreas da Dalmácia, da Eslavônia e da Bósnia. Entretanto, subseqüentemente os angevinos intervieram e restauraram a autoridade real. Ademais, venderam a Dalmácia inteira para Veneza em 1409.

Quando as incursões turcas na Europa principiaram, a Croácia mais uma vez tornou-se uma área de fronteira. Os croatas viram-se travando um número crescente de batalhas e perdendo uma quantidade cada vez maior de território para o Império Otomano.

O Império Habsburgo, Veneza e os Otomanos (1527-1918)

O resultado catastrófico da batalha de Mohács, em 1526 – a morte do Rei Luís II (Lajos I  em húngaro), o fim da dinastia dos Jagelão (Jagellóem húgaro) e a captura ou morte de grande parte da nobreza húngara – enterrou a esperança de resistência frente ao Império Otomano, que anexou, no século XVI, a maior parte da Eslavônia, da Bósnia ocidental e a Lika. A coroa da Croácia (bem como a da Hungria) passou então à Casa de Habsburgo.

Mais tarde, no mesmo século, grandes áreas da Croácia e da Eslavônia, contíguas ao Império Otomano, foram reunidas pelo Império Habsburgo na chamada Fronteira Militar (Vojna Krajina), governadas diretamente desde o quartel-general militar em Viena. A área acabou ficando deserta e foi posteriormente ocupada por colonos sérvios, alemães e outros.

Com a queda do forte Bihać em 1592, apenas um pequeno trecho da Croácia permaneceu livre do controle otomano. O exército otomano sofreu sua primeira retirada em território croata após a batalha de Sisak, em 1593; os Habsburgos lograram, então, retomar quase todo o território perdido aos turcos, com exceção do que é hoje a Bósnia e Herzegovina.

No século XVIII, o Império Otomano foi expulso da Hungria e da Croácia. A Imperatriz Maria Teresa foi apoiada pelos croatas na Guerra de Sucessão Austríaca de 1741-1748 e posteriormente fez consideráveis contribuições aos interesses croatas.

Com a queda da República de Veneza em 1797, suas possessões no Adriático oriental tornaram-se objeto de disputa entre a França e a Áustria, com esta última levando a melhor – em 1815, a Dalmácia e a Ístria já eram parte do império, embora ficassem sob controle austríaco, enquanto que o resto do que é hoje a Croácia permanecesse sob a coroa da Hungria (que, por sua vez, pertencia aos Habsburgos austríacos).

Em meados do século XIX, veio à tona o nacionalismo romântico na Croácia, que foi usado para contrabalançar a aparente germanização e magiarização do país. O Movimento Ilírio atraiu personalidades influentes dos anos 1830 em diante e produziu efeitos importantes na língua e na cultura croatas.

Após as Revoluções de 1848 em territórios dos Habsburgos e a criação da monarquia dual da Áustria-Hungria, a Croácia perdeu a sua autonomia doméstica, apesar das contribuições de seu ban Jelačić em reprimir a rebelião húngara. A autonomia croata foi restabelecida em 1868, com o Acordo Húngaro-Croata.

A primeira Iugoslávia (1918-1941)

Pouco antes do término da Primeira Guerra Mundial em 1918, o Parlamento croata cortou relações com a Áustria-Hungria, enquanto as forças aliadas derrotavam o exército dos Habsburgos. Em seguida, o Conselho Popular (Narodno vijeće) do Estado, imbuído de uma tradição pan-eslávica com meio século de existência, uniu-se à Sérvia e Montenegro, formando o Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos.

Em 1921, a nova constituição centralizou o poder na capital Belgrado e redesenhou as fronteiras internas em favor da maioria sérvia, em detrimento dos croatas chefiados por Stjepan Radić. Os croatas passaram então a boicotar o governo do Partido Radical Popular sérvio, exceto entre 1925 e 1927.

Em 1928, Radić foi mortalmente ferido por um deputado sérvio durante uma sessão do Parlamento, o que causou mais comoção em Zagreb. Em 1929, o Rei Alexandre proclamou a ditadura e impôs uma nova constituição que, dentre outras mudanças, alterava o nome do país para Reino da Iugoslávia.

O Rei Alexandre foi assassinado em 1934, em Marselha, França, por uma coalizão de dois grupos radicais, o Ustaše croata e o VMRO macedônio. A Croácia recebeu certa medida de autonomia em 1939, quando de uma reorganização das províncias, mas o regime militarista em Belgrado desmoronou em 1941 e as potências do Eixo ocuparam a Iugoslávia.


A Segunda Guerra Mundial (1941-1945)

A ocupação da Iugoslávia pelo Eixo em 1941 permitiu ao partido croata radical de direita Ustaše subir ao poder, formando o Estado Independente da Croácia, chefiado por Ante Pavelić. Na verdade um fantoche das potências do Eixo, o novo Estado promulgou leis raciais, estabeleceu oito campos de concentração e deu início a uma campanha de extermínio de sérvios, judeus e roma (ciganos).

O movimento de resistência antifascista surgiu no início de 1941, sob comando do Partido Comunista, chefiado por Josip Broz Tito, da mesma maneira que em outras partes da Iugoslávia. A guerrilha monarquista sérvia Četnici, por sua vez, protegia do Ustaše os aldeães sérvios e retaliava contra os croatas.

O campo de concentração Jasenovac, criado pelos Ustaše no começo da guerra, foi um dos maiores sítios de execuções em massa da Europa ocupada, no qual pereceram dezenas de milhares (segundo algumas estimativas, centenas de milhares) de pessoas.

Tanto o Ustaše como a Četnici colaboraram com o Eixo e combateram juntos contra a resistência. Em 1943, o movimento de resistência tomou novo fôlego e logrou expulsar, até 1945, todos os colaboradores nazistas, com o auxílio do Exército Vermelho. O conselho antifascista da liberação popular da Croácia (ZAVNOH), criado em 1943, formou então um governo civil provisório.

A Segunda Iugoslávia (1945-1991)

A Croácia tornou-se parte da Iugoslávia Democrática Federal em 1945, a qual era governada pelo Partido Comunista Iugoslavo, de Tito. Este, de origem croata, adotou uma cuidadosa política para administrar as ambições nacionais dos croatas e dos sérvios.

A República Socialista da Croácia integrava uma federação de seis entidades políticas. Com o novo regime comunista, a propriedade privada foi abolida e a economia baseava-se num tipo de socialismo planejado. O país passou por uma fase de reconstrução, recuperou-se da Segunda Guerra Mundial, industrializou-se e começou a desenvolver o turismo.

A constituição federal de 1963 equilibrou o poder entre croatas e sérvios, mas não evitou por completo as tensões nacionalistas: durante a Primavera Croata de 1970-71, estudantes em Zagreb organizaram manifestações pedindo mais liberdades civis e maior autonomia para a Croácia. O regime reprimiu o protesto e prendeu os dirigentes, mas o episódio levou à promulgação de uma nova constituição em 1974, que conferiu maiores direitos às repúblicas federadas.

Em 1980, após a morte de Tito, as dificuldades políticas, étnicas e econômicas acumularam-se e o governo federal começou a desmoronar. O surgimento de Slobodan Milošević na Sérvia, dentre outros acontecimentos, provocou uma forte reação negativa na Croácia, com o recrudescimento do nacionalismo e da discórdia política.

A Croácia Moderna (1990/91)

Em 1990, realizaram-se as primeiras eleições livres, vencidas por um movimento popular chamado União Democrática Croata (HDZ), chefiado por Franjo Tuđman (general do movimento croata antifascista durante a Segunda Guerra). O objetivo do HDZ era obter uma maior grau de independência para a Croácia, a que se opunham os sérvios étnicos na república e o governo central de Belgrado. A polarização política contribuiu para afastar ainda mais os dois grupos étnicos e terminou em violência.

Em meados de 1990, os sérvios das áreas de montanha, onde constituíam uma relativa maioria, rebelaram-se e formaram uma Região Autônoma da Krajina Sérvia (mais tarde, República da Krajina Sérvia), não-reconhecida. A reação da polícia croata foi barrada pelo Exército Federal Iugoslavo (JNA), controlado pelos sérvios. O auge do conflito foi a chamada "revolução das toras": os sérvios da Krajina bloquearam as estradas para os balneários turísticos na Dalmácia e começaram um processo de limpeza étnica da população não-sérvia.

Com a declaração de independência da Croácia em 1991, o JNA passou a apoiar ostensivamente as milícias sérvias dentro da Croácia. Muitas cidades croatas, como Vukovar e Dubrovnik, foram atacadas pelas forças sérvias. O Parlamento croata cortou todos os laços restantes com a Iugoslávia em outubro de 1991.

A população civil fugiu em massa das áreas de conflito armado: milhares de croatas mudaram-se da área de fronteira com a Sérvia e a Bósnia, enquanto que milhares de sérvios ocuparam a região. Em vários lugares, os militares obrigaram os civis a sair, num ato de limpeza étnica.

A cidade fronteiriça de Vukovar sofreu um cerco de três meses – a batalha de Vukovar-, durante o qual quase todos os edifícios foram destruídos e a maioria da população viu-se forçada a fugir. Os sérvios tomaram-na em novembro de 1991. Chocada com as atrocidades cometidas pelos sérvios, a comunidade internacional começou a reconhecer a independência da Croácia. Em janeiro de 1992, a maior parte do mundo reconhecia o país.

Com as ordens de cessar-fogo das Nações Unidas, os dois lados entrincheiraram-se. O JNA recuou para a Bósnia e Herzegovina, onde a guerra ainda iria começar. Ao longo e 1992 e 1993, a Croácia recebeu 700.000 refugiados da Bósnia, em geral muçulmanos.

Após uma fase de conflito em menor escala na Croácia, as forças armadas croatas lançaram em agosto de 1995 a Operação Tempestade e liberaram com rapidez a maior parte da chamada Krajina, o que causou um êxodo maciço da população sérvia. Alguns meses depois, a guerra terminou com o Acordo de Dayton.

Após a morte do Presidente Tuđman em 1999, o país passou por várias reformas liberalizantes a partir de 2000, com uma recuperação econômica e a cura de feridas de guerra. O país tornou-se membro de diversas organizações internacionais e regionais importantes e aderiu à União Europeia em 1 de julho de 2013.

DATA DE INDEPENDÊNCIA

25 de junho de 1991.

EDUCAÇÃO

O Ministério da Ciência, Educação e do Desporto é responsável por todas as atividades administrativas e outras relativas à educação, na Croácia, incluindo a supervisão de pré-escolar, primário e secundário educação, design currículos e regulamentação de normas.

O sistema educacional, na Croácia inclui pré-escolar, fundamental (ou primário), secundário e ensino superior.

Educação Básica

Educação pré-escolar em República da Croácia engloba a educação e o cuidado das crianças a partir de seis meses de idade até a idade escolar. Legislação croata afirma que é dever e obrigação de fornecer cuidados para crianças em idade pré-escolar do estado.

Elementar educação em croata é obrigatória e gratuita para todas as crianças com idades entre seis e quinze anos. De 1 ª a 4 ª série, os alunos são agrupados em classes que são ministradas por um professor, que abrange temas como croata, matemática, natureza e sociedade, arte visual, e pelo menos uma língua estrangeira (geralmente em Inglês). De 5 ª a 8 ª série, diferentes professores ensinam diferentes disciplinas e história, geografia e as ciências exatas são adicionados ao currículo. Inglês também é ensinado, muitas vezes ao lado de uma segunda língua estrangeira (tipicamente alemão, francês ou italiano).

Educação secundária

O ensino secundário é aberto a todos os alunos, mas não é exigido por lei. Como parte de seus atuais reformas educacionais, o Ministério da Ciência, Educação e Esportes espera introduzir gradualmente o ensino secundário obrigatório. O Programa Nacional de Medidas para a Introdução do Ensino Secundário Obrigatório era introduzido em Junho de 2007 e que a maioria da população - 83% dos entrevistados - é a favor dessas mudanças.

Existem dois tipos de escolas secundárias na Croácia: ginásios e escolas profissionais. Ginásios correspondem a quatro diferentes faixas educacionais, enquanto as escolas profissionais são dedicados a um comércio especializado. Os estudantes devem passar no exame de graduação do estado (Državna matura) para completar os seus estudos secundários. O g estado exame raduation abrange as disciplinas que o aluno foi ensinado durante o seu ensino secundário de quatro anos. Alunos de quatro anos de formação profissional e escolas de arte fazer um exame organizado por suas escolas e preparar a defesa final, mas também pode levar os exames de graduação do estado, se eles assim o desejarem.

A Croácia tem um sistema de ensino superior binário. Isto significa que os alunos podem escolher entre dois tipos de ensino superior:

University (sveucilišta) estudos são realizados em universidades que oferecem uma variedade de programas acadêmicos. Universidades consistem em várias faculdades ou departamentos e muitas vezes os centros estudantis, centros de saúde, bibliotecas e centros tecnológicos.

Estudos profissionais são programas profissionais organizados por institutos politécnicos (veleucilišta) ou faculdades (visoka škola). Estes programas são geralmente mais especializados e foco em competências profissionais. Programas profissionais também podem ser oferecidos nas universidades.

Ao longo da última década, o sistema de ensino superior foi reformado para cumprir o Processo de Bolonha, que visa harmonizar os sistemas de ensino superior na Europa. Desde 2005, todos os programas de estudo na Croácia foram alinhados com os requisitos de Bolonha, e todos os estudantes de graduação a partir destes programas recebem créditos ECTS.

Escola particular

As escolas particulares podem oferecer um ambiente de aprendizado avançado para alguns alunos. Algumas escolas particulares oferecem um foco especial ou um programa ou subscrever uma abordagem de ensino particular ou filosofia educacional que pode valer a pena pagar extra para. É uma boa idéia para visitar potenciais escolas privadas para determinar a melhor adequado para você e seu filho.

Escolas particulares em Zagreb:

Gimnazija Dr. CASL

Esta alta privado escola foi fundada em 2003 como uma continuação da escola primária privada Kreativni razvoj. Croata é a língua de instrução, mas as aulas de inglês são obrigatórias e ensinado diariamente.

Kindergarten Srceko

A língua de ensino é croata, mas o inglês e outras línguas estrangeiras são usados livremente.

Kreativni razvoj Escola Primária

Kreativni razvoj foi criada em 1995 como a primeira escola particular em Zagreb. A língua de ensino é croata, mas as aulas de inglês são obrigatório e começar no jardim de infância.

Matija Gubec Escola Primária

A língua de ensino é croata, há também uma Programa de Inglês-language.

Escola Waldorf de Zagreb

A língua de ensino é croata.

Se você é interessado ensino privado internacionalmente centrado para o seu filho, você pode considerar uma das escolas internacionais de Zagreb. Consulte a seção "Escolas Internacionais" para obter mais informações.

Honorários

As taxas variam de escola para escola e, geralmente, dependem do nível de instrução. Não se esqueça de perguntar sobre as taxas atuais e comparar. Você pode esperar pagar a partir de 1500 - 6000 € por ano. Também pode haver uma taxa de inscrição.

Universidade

Em acordo com as diretrizes do Processo de Bolonha, o sistema de ensino superior croata é dividido em três níveis: estudos de graduação, pós-graduação e pós-graduação.

Porque Croácia também tem um sistema de ensino superior binário, prospectivo os alunos devem escolher entre os estudos universitários (que abrangem todos os três níveis) e estudos de profissionais (que cobrem apenas os primeiro e segundo níveis).

Estudos Universitários

Estudos universitários de graduação geralmente duram três a quatro anos e estudantes ganham 180-240 créditos ECTS. Após a conclusão, os alunos recebem o título acadêmico de bacharel (prvostupnik) com referência a uma especialização.

Estudos de pós-graduação da universidade geralmente duram de um a dois anos após a conclusão de estudos de graduação e estudantes de ganhar 60-120 créditos ECTS. Após a conclusão de estudos de pós-graduação, os alunos recebem o título académico de Mestre com referência para uma especialização.

Pós-graduação estudos universitários são divididos em especialista e doutorado. Estudos especializados a duração de um a dois anos e levar a especialização em um profissão particular. Após a conclusão, o aluno é premiado com o título de Especialista University com referência a uma especialização. Doutoramento últimos três anos. Após a conclusão do estudo de doutorado e defesa de tese de doutorado, os alunos recebem o título acadêmico de Doutor em Ciências ou Doutor em Artes (dr. sc. ou dr. art.).

Estudos Profissionais

Estudos profissionais de graduação normalmente duração de dois a três anos e os alunos ganham 120-180 créditos ECTS. Às vezes, estudos profissionais pode durar até quatro anos, e os estudantes podem ganhar até 240 créditos ECTS. Após a conclusão dos estudos de profissionais com menos de 180 créditos ECTS, os alunos recebem o título profissional de strucni pristupnik com referência a uma especialização. Os alunos que completarem 180 créditos ECTS ou mais são premiados com o título profissional de Licenciatura Profissional (strucni prvostupnik) com referência a uma especialização.

Especialista em estudos de pós-graduação profissionais duram de um a dois anos e os estudantes podem ganhar 60-120 créditos ECTS. Após a conclusão, os alunos são reconhecidos como um especialista da profissão.

Admissões

O processo e os requisitos de admissão pode variar dependendo do aluno e do tipo de programa que se candidata, por isso é melhor para verificar os requisitos de admissão para cada escola.

Um aluno pode estudar na Croácia, como:

Grau de procura dos alunos (graduação, pós-graduação, pós-graduação)

Intercâmbio de estudantes (Erasmus, Erasmus Mundus, CEEPUS, acordos bilaterais)

Estudante Visitante (Estudo de curta duração)

Croácia está previsto para entrar na União Europeia em 1 de Julho de 2013. Após essa data, os alunos que são cidadãos dos Estados membros da UE será capaz de se inscrever em programas de estudo na Croácia nas mesmas condições que os croatas cidadãos.

Para o estudo de graduação, na Croácia, há um sistema de inscrição on-line central chamado Postani Student. Para completar o seu pedido de admissão, você precisará fornecer informações pessoais, um recorde de desempenho acadêmico, e as informações sobre todas as atividades extracurriculares.

Biblioteca

Nacionalna i sveucilišna knjižnica

A Biblioteca Nacional é também o principal l universidade ibrary para a Universidade de Zagreb. A biblioteca é aberta ao público, mas você deve se registrar primeiro. Os estrangeiros serão convidados a dar o seu passaporte. Em seguida, será dado um cartão de membro que você deve apresentar toda vez que você entrar no biblioteca. A taxa anual atual para os estrangeiros é de 100 kunas, mas há também opções de matrícula temporárias para visitas curtas.

Knjižnice grada Zagreba

Zagreb City L ibraries é uma rede de bibliotecas públicas abertas para moradores de Zagreb. Há muitos ramos em toda a cidade, Biblioteca adesão é aberta a qualquer residente de Zagreb, e você pode aplicar para um cartão de sócio em qualquer agência biblioteca. A associação é válida por um ano.

Knjižnica i citaonica Bogdana O grizovica

O ramo biblioteca localizada perto Flower Square (Cvjetni trg) em Preradoviceva 5, tem uma seleção de literatura, língua estrangeira e abriga o americano Corner, uma coleção de livros, revistas, jornais, CDs e DVDs que incidem sobre a história e cultura americana. A coleção foi criada em parceria com a Embaixada dos EUA e tem como objetivo servir como um ponto de encontro para croata e americanos cultura.

FRONTEIRAS

Localizada na Europa e com extensão territorial de 56.538 quilômetros quadrados, a Croácia possui fronteiras com a Eslovênia, Hungria, Sérvia e Bósnia-Herzegovina, além de ser banhada pelo mar Adriático. O território está situado a leste do Meridiano de Greenwich, portanto, o país pertence ao Hemisfério Oriental; localizada ao norte da Linha do Equador, a Croácia integra o Hemisfério Setentrional.

TRAJES TÍPICOS

É conhecida como traje tradicional da Croácia para uma ampla gama de partes características do país e as roupas usadas por comunidades croatas em outros países como a Bósnia e Herzegovina, Sérvia, Roménia, Hungria e roupas Montenegro.

Costumes Eslavônia e Baranja são influenciados pelo estilo de Pannonia (região histórica entre a Áustria e o Danúbio). Uma das características mais representativas é o estilo de mangas de camisa, com um volante no seu final.

Em alguns lugares, as mulheres usam chapéus vistosos decorados com flores e outros ornamentos. Este é o caso das rainhas de Gorjani.

Na área de Posavina e Podravina trajes são mais modestos, geralmente em preto e branco, embora este contraste sóbrio, com ornamentos em xales e aventais mulheres bordado e nos homens 's roupas.

Em Međimurje, Zagorje e Zagreb ainda são estilos amplamente anteriores, mas predominantemente vermelho.

Na costa do estilo de trajes varia muito. Muitas vezes, bordado em ouro e em cores brancas e vermelhas na área de Dalmácia, enquanto nas zonas do Litoral Norte e Istria são roupas menos chamativas.

Você não pode falar sobre um estilo das ilhas, e cada um tem a sua própria. Ele destaca o traje típico de Pag, famosa por suas belas rendas e tocado pela curiosa levando suas esposas.

MINERAÇÃO

Carvão, Gás Natural e Petróleo.

ESPORTES

O Esporte na Croácia tem um proeminente papel na sociedade croata.

Os esportes populares na Croácia são geralmente coletivos: basquetebol, futebol, handebol, polo aquático e voleibol, nos individuais esqui alpino, natação, tênis de mesa, tênis e xadrez. A Croácia participa das Olimpíadas da Era Moderna, desde 1992.

Andebol ou handebol (do inglês handball) é uma modalidade desportiva criada pelo alemãoKarl Schelenz, em 1919—embora se baseasse em outros desportos praticados desde fins do século XIX, na Europa setentrional e no Uruguai. O jogo inicialmente era praticado na relva em um campo similar ao do futebol com dimensões entre 90 m a 110 m de comprimento e entre 55 m a 65 m de largura, a área de baliza (gol em português do Brasil) com raio de 13 m, a baliza com 7,32 m de largura por 2,44 m de altura (a mesma usada no futebol), e era disputado por duas equipas de onze jogadores cada, sendo a bola semelhante à usada na versão de sete jogadores. Hoje em dia a maioria dos jogadores pratica apenas o andebol de sete.

O basquetebol ou bola ao cesto é um jogo desportivo coletivo inventado em 1891 pelo professor de Educação Física canadense James Naismit, na Associação Cristã de Rapazes de Springfield, Massachusetts, Estados Unidos. É disputado por duas equipes de 10 jogadores (5 em campo e 5 suplentes) que têm como objetivo passar a bola por dentro de um cesto e evitar que a bola entre no seu cesto colocado nas extremidades da quadra, seja num ginásio ou ao ar livre.

Os aros que formam os cestos são colocados a uma altura de 3 metros e 5 centímetros. Os jogadores podem caminhar no campo desde que driblem (batam a bola contra o chão) a cada passo dado. Também é possível executar um passe, ou seja, passar a bola em direção a um companheiro de equipe.

O basquetebol é um desporto olímpico desde os Jogos Olímpicos de Verão de 1936 em Berlim.

O nome vem do inglês basketball, que significa literalmente "bola no cesto". É um dos esportes mais populares do mundo.

Em Dezembro de 1891, o professor de educação física canadense James Naismit, do Springfield College (então denominada Associação Cristã de Rapazes), em Massachusetts, Estados Unidos, recebeu uma tarefa de seu diretor: criar um desporto que os alunos pudessem praticar em um local fechado, pois o inverno costumava ser muito rigoroso, o que impedia a prática do Baseball e do Futebol Americano.

James Naismith logo descartou um jogo que utilizasse os pés ou com muito contato físico, pois poderiam se tornar muito violentos devido às características de um ginásio, local fechado e com piso de madeira.

Logo escreveu as treze regras básicas do jogo e pendurou um cesto de pêssegos a uma altura que julgou adequada: 10 pés, equivalente a 3,05 metros, altura que se mantém até hoje; já a quadra possuía, aproximadamente, metade do tamanho da atual.

Em contrastes com as redes de basquete moderno, em cesta de pêssegos manteve a sua parte inferior, e as bolas tinham que ser retiradas manualmente após cada "cesto" ou ponto marcado, o que provou ser ineficaz. Dessa forma, um buraco foi perfurado no fundo da cesta, permitindo que as bolas fossem retiradas a cada vez com uma longa vara. Os cestos de pêssegos foram utilizados até 1906, quando foram finalmente substituídos por aros de metal com tabela.

Uma outra alteração foi feita logo cedo, de forma que a bola apenas passasse pela cesta, abrindo caminho para o jogo que conhecemos hoje. Uma bola de futebol foi usada para acertar as cestas. Sempre que uma pessoa arremessava uma bola na cesta, a sua equipe ganharia um ponto. A equipe com o maior número de pontos ganhava o jogo. As cestas foram originalmente pregadas ao balcão do mezanino da quadra de jogo, mas isto se provou impraticável quando os espectadores no balcão começaram a interferir nos arremessos. A tabela foi introduzida para evitar essa interferência, que teve o efeito adicional de permitir rebotes. Esse desporto chama-se "basquetebol".

O esqui alpino é um desporto de inverno que é praticado numa pista de esqui para ser praticado com toda a segurança.

A nível de competição, o esqui alpino consiste em percorrer um percurso descendente em velocidade, com passagens obrigatórias e entre estacas plantadas na neve chamadas "portas". O objetivo é completar o percurso no menor tempo possível. A modalidade é disputada por homens e mulheres, nas categorias: downhill, slalom, slalom gigante, supergigante.

Além disso, existe um espaço de passagem obrigatória. E é justamente esse espaço que diferencia as categorias na modalidade:

No downhil  elas estão mais distantes, permitindo atingir velocidades de 120km/h.

Já no slalom super gigante, no slalom gigante e no slalom essa distância é menor, respetivamente, o que vai aumentando a dificuldade do competidor.

O esqui alpino é esporte dos Jogos Olímpicos de Inverno desde os Jogos de 1936, em Garmisch-Partenkirchen.

O futebol, também referido como futebol de campo, futebol de onze e, controversamente, futebol associado (em inglês: association football, football, soccer), é um desporto de equipe jogado entre dois times de 11 jogadores cada um e um árbitro que se ocupa da correta aplicação das normas. É considerado o desporto mais popular do mundo, pois cerca de 270 milhões de pessoas participam das suas várias competições. É jogado num campo retangular gramado, com uma baliza em cada lado do campo. O objetivo do jogo é deslocar uma bola através do campo para colocá-la dentro da baliza adversária, ação que se denomina golo ou gol. A equipe que marca mais gols ao término da partida é a vencedora.

O jogo moderno foi criado na Inglaterra com a formação da The Football Association, cujas regras de 1863 são a base do desporto na atualidade. O órgão regente do futebol é a Federação Internacional de Futebol (em francês: Fédération Internationale de Football Association), mais conhecida pela sigla FIFA. A principal competição internacional de futebol é a Copa do Mundo FIFA, realizada a cada quatro anos. Este evento é o mais famoso e com maior quantidade de espectadores do mundo, o dobro da audiência dos Jogos Olímpicos.

Natação é a capacidade do homem e de outros seres vivos de se deslocarem através de movimentos efetuados no meio líquido, geralmente sem ajuda artificial. A natação é uma atividade física que pode ser simultaneamente útil e recreativa. As suas principais utilizações são recreativas, balneares, pesca, exercício e desporto.

O polo aquático é um desporto coletivo, semelhante no princípio básico do handebol. As equipes devem tentar jogar a bola dentro da baliza adversária, defendido pelo guarda-redes, mas é praticado dentro de uma piscina.

O jogo foi oficialmente inventado no fim do século XIX, embora existam desportos ancestrais ao polo aquático praticados desde o início do século XVIII. Era conhecido como o rugby aquático e junto ao futebol, foram os primeiros desportos coletivos oficiais das Olimpíadas dos tempos modernos.

As duas regras básicas oficiais são: a bola não pode ser segurada com as duas mãos juntas por qualquer jogador com exceção do guarda-redes, a bola não pode ser afundada por qualquer jogador quando atacado.

Diferentemente do futebol, onde não há limite de tempo, no polo aquático as equipes devem executar as suas jogadas em 30 segundos. O jogo é dividido em quatro partes de 8 minutos de tempo útil (o tempo pára sempre que a bola sai dos limites da piscina, um técnico ou capitão pede tempo, ocorre alguma falta, ou um dos árbitros assinala alguma coisa com o apito).

Entre as melhores equipes mundiais estão a Croácia, Espanha, Hungria, Itália, Montenegro, Rússia, Sérvia, entre outras. No lado feminino, temos também grande destaque para os Estados Unidos

O tênis de mesa ou ténis de mesa, ténis-de-mesa ou mesatenismo foi inventado no Reino Unido, mais precisamente na Inglaterra no século XIX onde era conhecido como ping-pong, até se tornar uma marca registrada e por isso mudou-se o nome na Europa para tênis de mesa, sendo o nome ping-pong atualmente usado apenas para fins recreativos. É um dos esportes mais populares do mundo em termos de número de jogadores. O tênis de mesa é conhecido como sendo o esporte com o tipo de bola mais rápida do mundo, sendo o esporte de raquete que mais produz efeito (rotação) na bola.

탁구 (Tak-ku) é o nome oficial do esporte na Coreia.

乒乓球 (ping pang qiu) é o nome oficial na China e Taiwan.

卓球 (takkyu) é o nome oficial do esporte no Japão.

Voleibol (chamado frequentemente no Brasil de Vôlei e em Portugal de Vólei) é um desporto praticado numa quadra dividida em duas partes por uma rede, possuindo duas equipes de seis jogadores em cada lado. O objetivo da modalidade é fazer passar a bola sobre a rede de modo a que a bola toque no chão dentro da quadra adversária, ao mesmo tempo que se evita que os adversários consigam fazer o mesmo. O voleibol é um desporto olímpico, regulado pela Fédération Internationale de Volleyball (FIVB).

Xadrez é um esporte, também considerado uma arte e uma ciência. Pode ser classificado como um jogo de tabuleiro de natureza recreativa ou competitiva para dois jogadores, sendo também conhecido como Xadrez Ocidental ou Xadrez Internacional para distingui-lo dos seus antecessores e de outras variantes atuais. A forma atual do jogo surgiu no sudoeste da Europa na segunda metade do século XV, durante o Renascimento, depois de ter evoluído de suas antigas origens persas e indianas. O Xadrez pertence à mesma família do Xiangqi e do Shogi e, atualmente segundo historiadores do enxadrismo (ou xadrezismo), todos eles se originaram do Chaturanga, que se praticava na Índia no século VI. Há muitos tipos de xadrez: xadrez ocidental, xadrez turco, xadrez chinês (Xiangqi) xadrez árabe (Xatranje), xadrez coreano (Janggi), xadrez japonês (Shogi), xadrez indiano (Chaturaji), xadrez tailandês (Makruk), xadrez indonésio e até o xadrez etíope (Senterej). Há muitas semelhanças entre esses jogos, possivelmente todos possuem uma origem comum.

Características de arte e ciência são encontradas nas composições enxadrísticas e em sua teoria (que abrange aberturas, meio-jogo e finais - fases em que subdividem o transcorrer do jogo). Na terminologia enxadrística, os jogadores de xadrez são conhecidos como enxadristas (ou xadrezistas). O xadrez, por ser um jogo de estratégia e tática, não envolve o elemento sorte. A única exceção, é o sorteio das cores no início do jogo, já que as brancas sempre fazem o primeiro movimento e teriam, em tese, uma pequena vantagem por isso. Essa teoria é suportada por um grande número de estatísticas.

A partida de xadrez é disputada em um tabuleiro de casas claras e escuras, sendo que, no início, cada enxadrista controla dezesseis peças com diferentes formatos e características. O objetivo da partida é dar xeque-mate (também chamado de mate) no rei adversário. Teóricos do enxadrismo desenvolveram várias estratégias para se atingir este objetivo, embora não seja um fato muito comum, pois os jogadores em grande desvantagem ou iminência de derrota têm a opção de abandonar (desistir) a partida, antes de receberem o mate. As competições enxadrísticas oficiais tiveram início ainda no século XIX, sendo Wilhelm Steinitz considerado o primeiro campeão mundial de xadrez. Existe também o campeonato internacional por equipes realizado a cada dois anos, a Olimpíada de Xadrez. Desde o início do século XX, duas organizações de caráter mundial, a Federação Internacional de Xadrez e a Federação Internacional de Xadrez Postal vêm organizando eventos que congregam os melhores enxadristas do mundo. O atual campeão do mundo (2013) é o norueguês Magnus Carlsen e a campeã (2013) é a chinesa Hou Yifan. O enxadrismo foi reconhecido como esporte pelo Comitê Olímpico Internacional em 2001, tendo sua olimpíada e campeonatos mundiais em todas as suas categorias.

O Dia Internacional do Enxadrismo é comemorado todos os anos no dia 19 de novembro, data de nascimento de José Raúl Capablanca, um dos maiores enxadristas de todos os tempos e o único hispano-americano a se sagrar campeão mundial. No Brasil o I Congresso Brasileiro de Cultura e Xadrez instituiu o dia 17 de agosto como o Dia Nacional do Livro de Xadrez. O xadrez é um dos jogos mais populares do mundo, sendo praticado por milhões de pessoas em torneios (amadores e profissionais), clubes, escolas, pela internet, por correspondência ou informalmente.

LEMA

"Za dom!! Spremni!!" (Xeque-Mate!)

FORÇAS ARMADAS

O Exército croata (em croata: Hrvatska kopnena vojska), comumente como o Exército Croata (Hrvatska vojska) é o ramo terrestre das Forças Armadas da República da Croácia.

O papel fundamental do ramo do Exército da Croácia e dos Seguros da República da Croácia e defesa da soberania e integridade territorial do Estado.

Como tarefas do Exército croata são:

Auxilia seus aliados e países amigos em tempo de necessidade.

Combater um possível agressor como principais forças sobre os níveis operacionais e estratégicos para uma defesa contra qualquer ataque terrestre, aéreo e anfíbio;

Construir e desenvolver a capacidade de resposta aos pedidos de não-tradicionais tarefas que são exigidas do Exército Croata (inundações, incêndios, catástrofes naturais ...).

De modo a impedir, em empresas com outros ramos das Forças Armadas, um agressor em profundidade a partir de operações em território croata.

Manter um grandeza de combater uma prontidão das Forças Armadas;

A Força Aérea e de Defesa Aérea da Croácia (em croata: Hrvatsko ratno zrakoplovstvo i protuzračna obrana) é o ramo aéreo das Forças Armadas da República da Croácia.

A Marinha da Croácia (em croata: Hrvatska Ratna mornarica) é o ramo marítimo das Forças Armadas da Croácia. A moderna marinha croata nasceu durante a Guerra de Independência da Croácia em 1991, no entanto, os vestígios de suas raízes partem do início do século X. O estado medieval croata possuía uma forma marinha que controlava grande parte da região oriental do Mar Adriático. O Dia em que a frota de croata derrotou o do Duque Branimir derrotou uma marinha veneziana, em 18 de setembro de 887, ficou marcado como o Dia da Marinha Croata.



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